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FUTEBOL

DESPORTIVO Transmontano
Terça-feira, 18 de Setembro de 2012

FUTEBOL  Taça de Portugal (Chaves 0-2 Tirsense)

Tirsense derruba flavienses em casa
Zé Ribeiro (texto)
Fernando Barreira (foto)
Estádio Municipal Eng. Manuel
Branco Teixeira
Árbitro: Sérgio Soares (AF Porto)
auxiliado por Ricardo Nogueira e
Vasco Sousa
GD Chaves: Nuno Dias; Sagna (Mário Mendonça 90’ + 2’); Ramalho;
Vítor Pereira; Rui Raínho; Bruno
Magalhães; Kadinha (Éder Diez 53’
); Edu; Feliciano (Tijane 45’); Ricardo
Teixeira e Kuca.
Suplentes: Rui Nibra; Celso; Malam; Filipe Andrade.
Treinador: Hélder Fontes
FC Tirsense: Pedro Soares; Queirós;
Filipe Babo; Vilaça; Eduardo; Tiago
Lenho; André Soares; Rafinha (Vítor
Hugo 79’); Maurício (Veloso 59’);
Pedro Tiba (Pinto 65’) e Fabinho.
Suplentes: Sérgio; Gil; Pinheiro; Rui
Luís
Treinador: Carlos Pinto
Golos: Tiba (42’); Filipe Babo (51’)
Disciplina: Amarelo: Pedro Tiba
(65’); André Soares (81’); Pedro Soares (84’)

Quis o destino que Carlos
Pinto, o GD Chaves e a Taça de
Portugal se voltassem a juntar.
Carlos Pinto que capitaneou o
“valentes transmontanos” du-

rante três anos, voltou este domingo a Chaves, agora na pele
de adversário, e como treinador
principal do Tirsense, e segue
em frente na Taça, ao eliminar
o GD Chaves por duas bolas a
zero.
A primeira metade começou
com o Tirsense a querer mandar
no encontro, a ter a iniciativa
de jogo e a procurar chegar ao
golo. Por sua vez o GD Chaves
aos poucos foi equilibrando a
balança e o jogo teve momentos de luta a meio campo com
raras ocasiões de golo. Já perto do final da primeira parte,
a equipa de Santo Tirso, numa

boa saída para o ataque, e beneficiando da passividade da
equipa da casa, Pedro Tiba ilude
a defesa ao fazer o movimento
da direita para o meio e engana o guardião Nuno Dias, com
um remate colocado junto ao
poste.
A segunda parte começa
praticamente com o segundo
golo forasteiro, depois de um
canto cobrado da direita, e após
falha de marcação de Ramalho,
o defesa central dos jesuítas, Filipe Babo, de cabeça aumenta a
vantagem para a sua equipa.
O GD Chaves continuava a
não funcionar como equipa e

só através de rasgos individuais
ia levando algum perigo à baliza de Pedro Soares, como foi
o remate de Tijane, já com mais
de uma hora de jogo.
O estreante espanhol, Éder
Diez, também tentou a sua sorte num bom cabeceamento,
que só não foi golo, porque o
guarda-redes adversário fez
a defesa da tarde e manteve a
sua baliza inviolável. Já perto
do final da partida, Edu a abusar do individualismo, com três
colegas na área, decide rematar
mas muito ao lado da baliza.
Helder Fontes (treinador
do GD Chaves): “Não existimos
como equipa, assumo todas as
responsabilidades pela derrota,
não conseguimos fazer nada
do que trabalhamos durante a
semana. Acredito que este jogo
tenha sido um percalço”
Carlos Pinto (treinador do
FC Tirsense): “Estou satisfeito
pela vitória, tivemos quinze dias
para preparar este jogo e isso
foi importante. Fomos melhores, mas continuo a dizer que
o Chaves é o candidato nº 1 à
subida de divisão” .

FUTEBOL  Taça de Portugal

Passaporte para a 3ª Eliminatória
Taça de Portugal

SC Mirandela 1

SL Cartaxo 0
Recinto: ESTADIO S. SEBASTIÃO
Árbitro: Sílvio Gouveia
Auxiliares: Pedro Gonçalves / João Vaz
25-Pedro Fernandes

1-Tiago Travessa

20-Califa

2-Kilo

19-Adriano

3-Bernardo

6-Corunha

4-Márcio

2-Danilo

5-Morgadinho

28-Gil do Rosário

10-Ricardo

10-Pedro Borges

14-Sequeira

5-Toninho

16-André

17-Inzaghi

17-Diogo

9-Leandro

25-Renato

15-Bila

28-Sá

T: Vitor Maçãs

T: Paulo Mendonça

Golos: Leandro (45’)

António Alves

Jogo de taça entre o
S.C.Mirandela (2ªdivisāo) e
o Sport Lisboa e Cartaxo (3ª
divisão),levava ao tapete verde
do São Sebastião boas recordações aos locais, tendo em conta

a magnífica campanha realizada na época transata.
Os locais recebiam um adversário que alimentava o mesmo sonho que a turma que
vinha do sul do país… e mas
com um objetivo (comum) em
mente.
A possibilidade de alcançarem a passagem à terceira
eliminatória da competição, foi
preparada ao pormenor com as
estratégias bem delineadas pelos técnicos de ambas as equipas.
Vitor Maçãs viu um dos seus
atletas -ainda se cumpria o minuto inicial- muito próximo de
fazer com que Tiago Travessa,
fosse ao fundo das suas redes
buscar a bola. Leandro, um dos
atores da tarde começa a escrever “ o guião do filme” que iria
persegui-lo ao longo do jogo.
A turma da casa quis avisar
o Cartaxo, que não estava ali
para facilitar. Todo o seu jogo
teve como raio de ação, praticamente o meio campo da equipa

sulista.
O cartaxo apresentando
uma equipa muito jovem e ainda em formação, nunca consegui anular o plano jogo dos
transmontanos, e nunca foi capaz de levar o perigo à baliza de
Pedro Fernandes.
Algumas vezes com algum
mérito da defesa e do guarda-redes forasteiro… e muitas outras por demérito de Leandro, a
bola teimava em não entrar.
Inzaghi, Bila, e...Leandro,
que só á sua conta “ desperdiçou” uma mão cheia de oportunidades de golo, ia dando
moral e mantendo o sonho dos
pupilos de Paulo Mendonça, em
alerta.
Em cima do minuto 45 após
uma boa desmarcação, finalmente... Leandro, consegue
acertar com o golo. Pedro Mendoça via assim ruir os seus prepósitos iniciais, e logo procurou
fazer alterações ao seu xadrez.
Apesar de algum desnorte, a
turma do Cartaxo lá ia conse-

guindo manter a bola longe
da sua baliza. O Mirandela foi
acentuado o seu domínio sem
contudo conseguir que isso resultasse em mais algum golo.
Com algum querer, mas
sem o conseguir materializar
em mais golos, os alvi-negros garantiam a passagem á
3ªeliminatória e alimentam o
sonho de uma campanha similar á do ano anterior nesta mesma competição.
Vitor Maçãs: “…o mais importante hoje, é o resultado.
Objetivo cumprido de ultrapassarmos a 2ª eliminatória da taça
de Portugal, e isso é um facto
que devemos registar.”
Paulo Mendonça:” “ ..queríamos era passar a eliminatória.
O um a zero, como aconteceu,
não nós servia de nada…agora
é assim, nós trabalhamos também a pensar no futuro…temos
uma equipe jovem e não foi
fácil jogar contra uma equipe
como o Mirandela, da segunda
divisão ”