PDF Archive

Easily share your PDF documents with your contacts, on the Web and Social Networks.

Share a file Manage my documents Convert Recover PDF Search Help Contact



Zecharia Sitchin Gênesis Revisitado Abgeschlossen .pdf



Original filename: Zecharia Sitchin - Gênesis Revisitado - Abgeschlossen.pdf
Title: Microsoft Word - NIBIRU - HERCOLUBUS - ANNUNAKIS E A FARSA DE ZECHARIA SITCHIN - A VERDADE VERDADEIRA.doc
Author: Barreto

This PDF 1.6 document has been generated by / Bullzip PDF Printer / www.bullzip.com / Freeware Edition, and has been sent on pdf-archive.com on 09/10/2014 at 01:47, from IP address 191.184.x.x. The current document download page has been viewed 1860 times.
File size: 3.3 MB (30 pages).
Privacy: public file




Download original PDF file









Document preview


A Erudição em Línguas Antigas de Zecharia
Sitchin é uma Grande Farsa e uma Mentira Sem
Paralelo.
Aquelas pessoas esotéricas-ufologistas crédulas irracionais e inscientes
que estão familiarizadas com os escritos de Zecharia Sitchin (Заха́рия
Си́тчин - Zaxariya Sitçin) ou com as atuais e Eternas Arengas
Argumentum Ad Aauseam esotéricas-ufológicas “canalizadas” contidas por
toda a Internet, em todas as línguas existentes e imagináveis da Terra, a
respeito “do retorno do Planeta-X” provavelmente estão muito familiarizadas
com a palavra “Nibiru” (ou Hercolubus). De acordo com autoproclamado
“erudito” em “idiomas Sumérios” antigos o ∴Maçom Charlatão e Mentiroso
Zecharia Sitchin∴, os Sumérios conheciam um planeta extra, além de
Plutão. Este planeta extra foi denominado de Nibiru. Zecharia Sitchin passou a alegar que Nibiru
passava por nosso Sistema Solar a cada 3600 anos. Alguns seguidores crédulos e irracionais das
absurdas teorias de Zecharia Sitchin sustentavam que Nibiru, ou Planeta-X (ou Hercolubus), em
breve retornaria, em Maio de 2003 para ser mais exato. Estes seguidores das ideias fantasiosas e
delirantes de Zecharia Sitchin também se referem ao invisível planeta Nibiru como “Planeta-X”, o
nome dado para um planeta que supostamente fica situado em nosso próprio Sistema Solar, mas
além de Plutão. Os Partidários crédulos da fantasiosa hipótese do “retorno do Planeta-X, ou Nibiru”
acreditam piamente que o retorno deste inexistente planeta vagante invisível irá trazer
consequências cataclísmicas para o Planeta Terra. O Raelismo, uma seita religiosa idolatra de
Ufos/Óvnis, fundada por Claude Vorilhon (o Louco Ensandecido RAEL), e esta seita Raelismo
retira muitas de suas crenças das obras falaciosas e delirantes de Zecharia Sitchin, bem como da
religião Nuwaubiana, fundada por Dwight York.
Traduzida corretamente do Sumério a palavra Né-bé-ru, Nibiru ou Ni-bi-ri significa apenas e
somente “Reto é o ponto de cruzamento, o portão, o vau, a ponte de passagem, o ponto de
passagem”. Por exemplo, um texto Acadiano se refere a um inimigo militar, os Arameus: “A-ramu nakirma bab ni-bi-ri sha GN itsbat”( tradução “Os Arameus eram desafiadores e tomaram
uma posição à entrada para o vau o portão, a ponte, o ponto de cruzamento]”). Em outro texto pode
ser lido, que os Elamitas “ina ID Abani ni-bi-ru u-cha-du-u” (tradução “[cortaram o vau, a ponte, o
cruzamento da passagem] do Rio Abani”). - Tradução por Dr. Michael S. Heiser

Outro exemplo, no Épico de Gilgamesh, em uma linha de seus textos, nós podemos ler (texto
notavelmente muitíssimo semelhante a uma das beatitudes do Sermão da Montanha): “Reto é o
ponto de cruzamento (Nibiru; um portal, um ponto de cruzamento), e estreito é o caminho que
conduz à ele.” Em um nome geográfico, em um texto Sumério-Acadiano, uma aldeia é denominada
por: “Ne-bar-ti-Ash-shur” (“Ponto de Cruzamento de Asshur”). Em outro texto, que versa a
respeito das taxas de impostos que eras pagas para um barqueiro, que transportava pessoas em
uma balsa, através das águas, as quais os passageiros lhe pagavam, lê-se as seguintes palavras:
“shiqil kaspum sha ne-bi-ri-tim” (tradução: “prata para as taxas de cruzamento”). Entretanto, uma
coisa é certa nos textos Sumérios: Nibiru NUNCA é identificado como sendo um planeta além
de Plutão. Tradução por Dr. Michael S. Heiser

Pesquisas e todas as traduções, em nome da Verdade, realizadas por Der Beobachter Edelweiss - terça-feira, 9 de setembro de 2014 -13:28:26
REVISÃO 01 - 22/09/2014 - 19:53:51

1

As teorias de Zecharia Sitchin não são aceitas pelos cientistas e nem pelos acadêmicos e
eruditos e nem por historiadores ortodoxos, que discordam e descartam as suas traduções dos
textos antigos e sua errônea interpretação dos mesmos, todos eles descartam totalmente o seu
trabalho como sendo apenas pseudo-história e pseudociência. A obra literária de Zecharia Sitchin
foi criticada devido a sua metodologia falha, e devido as suas traduções mal feitas de textos
Sumérios antigos, como também devido as suas alegações astronômicas e científicas incorretas.

O Sr. Zecharia Sitchin, sendo um judeu, podia apenas ler visualmente o hebraico, mas não
entendia nem mesmo a antiga gramatica bíblica hebraica e nem Sumério. Os pais de Sitchin
eram judeus russos do Azerbaijão que emigraram nos anos vinte para o que era então conhecido
como a Palestina, atual Israel, naqueles tempos sob o regime britânico. Sendo judeu, o Sr.
Zecharia Sitchin deveria então conhecer a Verdade Real e Verdadeira contida nesta antiga
tradução abaixo, de antigos textos Sumérios/Babilônicos verdadeiros e que foram traduzidos por
alemães.

Pesquisas e todas as traduções, em nome da Verdade, realizadas por Der Beobachter Edelweiss - terça-feira, 9 de setembro de 2014 -13:28:26
REVISÃO 01 - 22/09/2014 - 19:53:51

2

Zecharia Sitchin tinha um hábito de decidir o que uma palavra antiga “realmente significava”
em suas traduções pessoais, únicas e mal feitas, e sem iguais, e então Sitchin procedia como se
isso fosse o fim da história e que as traduções de nenhuma outra pessoa são mais precisas do
que as dele, ou que nem mesmo existem outras interpretações semelhantes. Muitas de suas
alegações relacionadas às suas traduções errôneas de caracteres cuneiformes Sumérios são
discutidas em detalhes e são desmascaradas pelo renomado acadêmico e erudito em línguas
semíticas antigas o Dr. Michael S. Heiser, as quais serão demonstradas em seguida.

O conceito de um planeta, com uma órbita de 3600 anos, está muitíssmo conectado às ideias
promovidas pelo ∴falecido Maçom∴, pseudoarqueólogo, e pseudocientista e farsante
charlatão a Serviço do Vaticano e de Israel Sr. Zecharia Sitchin. A sua ideia era de que as suas
traduções de Tabuletas Babilônicas antigas demonstravam que os antigos Sumérios conheciam um
"décimo segundo planeta" que foi denominado de Nibiru - ou às vezes Marduk, e que
“alienígenas” deste planeta - entre outras coisas - criaram a raça humana moderna para utilizá-la
como mão de obra escrava para a finalidade de “escavar ouro”.

Zecharia Sitchin, essencialmente, sugeriu que a razão porque nós fomos visitados no passado
remoto é porque o planeta lar dos antigos astronautas necessitava de ouro para a sua atmosfera
e que o ouro contido na atmosfera do planeta deles estava acabando (Nota de Edelweiss: O ponto de
fusão exato do ouro é de 1064ºC (Mil e sessenta e quatro graus Celsius), portanto, para que o ouro passe
para o estado gasoso a temperatura teria de ser muito superior a sua temperatura de fusão, ou seja, muito
mais elevada do que apenas meros 1064ºC. O ponto de ebulição do ouro é de 2856 °C [Dois mil
oitocentos e cinquenta e seis graus Celsius, equivalentes a 3129K [Tres mil cento e vinte nove graus Kelvin).
Isso significa que, então, portanto, a temperatura da atmosfera do planeta dos "alienígenas" de Zecharia
Sitchin é ligeiramente superior a 2856°C, de modo a manter o "ouro" de sua atmosfera em estado gasoso
para que o "ouro de Sitchin" possa ser respirado pelos "alienígenas" de Sitchin e eles e todos os seres vivos,
plantas, e todo o ecossistema do planeta possam sobreviver “respirando ouro superaquecido” em estado
gasoso numa temperatura de mais de 2856°C. Somente pessoas esotéricas-ufologistas débeis mentais,
completamente irracionais e sabichonas que sequer sabem o que significa a palavra Lógica para engolir um
completo absurdo, surreal, como esta afirmação do mentiroso, um Irracional e Charlatão Zecharia Sitchin.
Estes completos idiotas esotéricos patéticos não raciocinam, são uns completos Asnos e Sabichões que
desconhecem Ciências, a Física e a composição química e gasosa de atmosferas.) e então estes
“alienígenas” vieram para o planeta Terra de modo a fazer mineração de ouro e levá-lo de volta
para o seu planeta lar. Estas ideias completamente absurdas nasceram diretamente da mente
doentia e delirante de Zecharia Sitchin e não tem absolutamente nada a ver com os textos
Sumérios originais verdadeiros. Outra razão para não se confiar nos textos Sumérios onde eles se
diferem um dos outros é que, como todo acadêmico perito em Sumério, é que os Sumérios
constantemente mudavam os detalhes de suas histórias de modo a revesti-las com diferentes
situações.

Há duas coisas que precisam ser prontamente apontadas a este respeito. Primeiro, até mesmo
dentro da estória fantasiosa de Zecharia Sitchin, o "planeta Nibiru" não retornaria até algo em
torno de 2186. Portanto, as pessoas que alegam que Zecharia Sitchin afirmou que o "planeta
Niburu" estaria aqui no ano de 2012 (e já estamos em meados de 2014, mês de Junho para ser
preciso) estão interpretando mal as suas más interpretações. Mas é bastante comum em muitas
pseudociências que as pessoas considerem qualquer coisa que elas quiserem de alguém e a
adaptem para os seus próprios propósitos e interesses pessoais, principalmente esotéricos e
“canalizadores” e outros semelhantes mentirosos e charlatões.
Pesquisas e todas as traduções, em nome da Verdade, realizadas por Der Beobachter Edelweiss - terça-feira, 9 de setembro de 2014 -13:28:26
REVISÃO 01 - 22/09/2014 - 19:53:51

3

Outra coisa que deve ser apontada aqui é que Zecharia Sitchin foi a única pessoa que
“traduziu” deste modo as tabuletas Sumérias. Ninguém mais no mundo todo o fez. Todos os
arqueólogos e todos os outros pseudoarquelogistas que trabalharam com estas tabuletas e com
selos cilíndricos e outros artefatos arqueológicos Sumérios/Babilônicos os traduzem ou traduziram
com significados completamente diferentes daqueles que o farsante e mentiroso auto-iludido
delirante Zecharia Sitchin “traduziu”.

Então, em Agosto de 2010, se o "planeta Nibiru" fosse do tamanho do planeta Terra, este
“planeta” deveria ter pelo menos 5.5 de magnitude, e seria visível como uma estrela escura a
olho nu, e mais facilmente visível por meio de um telescópio.
Na realidade, 5.5 é
aproximadamente a mesma magnitude do planeta Urano, precisamente no mês de Agosto de
2010. Se o fantasioso "planeta Nibiru" fosse 4 vezes o tamanho do planeta Terra, então o invisível
e inexistente "planeta Nibiru/Hercolúbus" teria uma magnitude de 2.5 e, se este fosse tão grande
quanto o planeta Júpiter, seria uns 0.5 maior e mais luminoso ainda do que o planeta Saturno e que
é facilmente visível no céu Ocidental, logo após o pôr-do-sol.

Pesquisas e todas as traduções, em nome da Verdade, realizadas por Der Beobachter Edelweiss - terça-feira, 9 de setembro de 2014 -13:28:26
REVISÃO 01 - 22/09/2014 - 19:53:51

4

Os Vídeos Forjados do "planeta Nibiru"
Fraudulentos, Falsos e Mentirosos no YouTube.
Considerando que o fantasioso "planeta Nibiru" é assim tão facilmente desmascarado, não é
de se surpreender que, hoje em dia, qualquer um faça, crie, invente vídeos fraudulentos e
mentirosos que alegam mostrar, em filme, o inexistente "planeta Nibiru". Não obstante, realmente
tais vídeos são criados e, aparentemente, tem uma grande visualização no YouTube por esotéricos
e ufólogos tolos crédulos irracionais delirantes.

Imagens falsas são muito comuns e são muito fáceis de fazer hoje em dia, por meio dos mais
diversos tipos de softwares profissionais hoje disponíveis destinados para a edição de vídeos curtos
e filmes de longa duração e para a criação de avançados efeitos especiais hollywoodianos 3D
em filmes, e mais insidiosos ainda são os casos onde o perpetrador fraudulento e um verdadeiro
criminoso irracional (com certeza pago por alguém) destes vídeos falsos e enganosos
apresenta centenas de “filmagens reais” que ele “realizou” de objetos celestes reais naturais
conhecidos e devidamente registrados por cientistas e astrônomos em Catálogos
Astronômicos oficiais, tais como planetas, cometas e asteroides distantes etc., mas o
criminoso perpetrador destes vídeos e filmes fraudulentos mente descarada e propositalmente a
respeito das identidades dos objetos celestes naturais catalogados, afirmando que a sua
filmagem “real” mentirosa enganosa e desinformativa trata-se realmente do fantasioso e
inexistente "planeta Nibiru" de Zecharia Sitchin ou o “planeta” do “Venerável Mestre Rabulú;
Hercolúbus”.

E, deste modo, por meio da mentira, da farsa, e da enganação de pessoas crédulas torna-se
possível então obter mais lucros financeiros altíssimos, milionários, por meio da venda maciça de
livros idiotas e irracionais e de DVDs com vídeos e temas esotéricos e ufológicos “NibiruanosAnnunakianos” mentirosos, estúpidos, delirantes e irracionais de modo a encher ainda mais os
riquíssimos bolsos e os cofres dos membros da Ordem Trevosa dos Donos do Poder do Mundo
e cuja Grande Loja Mãe se localiza no Vaticano – Roma, e que inunda o Planeta Terra todo com
estas farsas e mentiras esotéricas, ocultistas e cultistas-ufológicas, sectárias, culto deístas e teístas
de todos os tipos, cores, e matizes roxo, lilás e violeta.
Zecharia Sitchin se apoiava pesadamente em traduções de textos antigos, em particular de suas
próprias traduções mal feitas de textos antigos que não se encaixam, em absoluto, com as
traduções corretas, verdadeiras feitas por acadêmicos e eruditos legítimos de fato e que podem ser
encontradas em livros (recentes e muitos antigos) publicados por museus da Europa e dos E.U.A.
Tudo o que Zecharia Sitchin escreveu a respeito de Nibiru, de Anunnakis, o Livro do Gênese sobre
os Nefilins, e sobre uma enorme e infinita miríade de outras coisas não tem absolutamente
nenhuma base nos dados reais e verdadeiros do mundo antigo real.

Pesquisas e todas as traduções, em nome da Verdade, realizadas por Der Beobachter Edelweiss - terça-feira, 9 de setembro de 2014 -13:28:26
REVISÃO 01 - 22/09/2014 - 19:53:51

5

Zecharia Sitchin, em sua autoapresentação,

na parte de trás de seus livros delirantes, e por toda
a Internet, sempre tentou insinuar que ele havia se formado em idiomas antigos e em história
antiga. Mas a verdade simplesmente é outra: Zecharia Sitchin se formou na Escola de Economia
de Londres, Universidade de Londres, graduando-se em História da Economia.

Na época em que Zecharia Sitchin escreveu os seus livros de Contos de Fadas “NibiruanosAnnunakianos”, não havia absolutamente nenhuma chance de se traduzir a escrita Suméria
denominada cuneiforme, o Sumério Antigo, corretamente, sem que a pessoa tivesse estudado,
durante muito tempo, completa e profundamente este idioma e as tabuletas Sumérias/Babilônicas
antigas e, seguramente, não é estudando a História da Economia, uma disciplina na qual Zecharia
Sitchin se graduou em Londres.

A língua Suméria é uma língua isolada, o que significa que este idioma não está diretamente
relacionado a nenhuma outra língua conhecida, apesar das várias tentativas equivocadas de se
provar ligações com outros idiomas. A língua Suméria é aglutinante, ou seja, os morfemas (as
menores unidades com o sentido da língua) se justapõem para formar palavras.

Credita-se aos Sumérios a invenção do sistema cuneiforme de escrita (caracteres em forma de
cunha), escrita esta que foi utilizada por toda a Mesopotâmia e pelos povos vizinhos. Os próprios
Acádios, após invadirem e conquistarem a Suméria adotaram o sistema cuneiforme daquele povo
para materializar a sua própria língua (similarmente ao que existe hoje entre o português e o inglês,
por exemplo, onde ambas as línguas utilizam o mesmo alfabeto para representar idiomas
diferentes).

A escrita cuneiforme começou como um sistema pictográfico, onde o objeto representado
expressava uma ideia. Um barco marcado por determinados sinais, por exemplo, poderia significar
que aquele barco estava carregado ou vazio. Com o tempo, os caracteres cuneiformes passaram a
ser escritos em tábuas/tabuletas de argila, nos quais os símbolos Sumérios eram desenhados com
um caniço afiado chamado de estilete. As impressões deixadas pelo estilete tinha a forma de uma
cunha, razão pela qual sua escrita terminou sendo chamada de cuneiforme, ou seja, em forma de
cunha.

Um corpo extremamente vasto (muitas centenas de milhares) de textos na língua suméria
sobreviveu, sendo que a maioria está gravada nas tabuinhas de argila citadas no parágrafo
anterior.

A

escrita suméria está grafada em cuneiforme e é a mais antiga língua humana escrita
conhecida. Os tipos de textos Sumérios conhecidos incluem cartas pessoais e de negócios
e/ou transações comerciais, receitas, vocabulários, leis, hinos e rezas, encantamentos de
magia e textos científicos incluindo matemática, astronomia e medicina. Inscrições
monumentais e textos sobre diversos objetos, como estátuas ou tijolos, também são
bastante comuns.

Pesquisas e todas as traduções, em nome da Verdade, realizadas por Der Beobachter Edelweiss - terça-feira, 9 de setembro de 2014 -13:28:26
REVISÃO 01 - 22/09/2014 - 19:53:51

6

Muitos textos sobrevivem em múltiplas cópias pelo fato de terem sido transcritos repetidamente
por escribas "estagiários". A escola de Edubba (termo Sumério que significa "Casa de
Tabuinhas"), por exemplo, era um dos centros de aprendizagem onde os arquivos e os escritos
literários eram guardados (ou seja, grafados) em tabuinhas de argila. Edubba foi um dos primeiros
centros acadêmicos, e um dos primeiros receptáculos de sabedoria de que se tem conhecimento.

A compreensão dos textos Sumérios hoje em dia pode ser problemática até mesmo para os
acadêmicos e os eruditos especialistas neste idioma antigo. Os textos mais antigos são os mais
difíceis, pois não mostram a estrutura gramatical da língua de forma sólida.

Selo Sumério Catalogado sob Número VA243

Centenas de selos e calendários astronômicos Sumérios têm sido decodificados e registrados, e
a contagem total de planetas verdadeiros em cada selo é de cinco. O selo VA243 tem 12 pontos
que Sitchin identifica como sendo planetas. Quando traduzido, o selo VA243 diz, "Tu é seu servo",
o que agora se considera uma mensagem de um nobre para um servo. De acordo com o
semitologista Dr. Michael S. Heiser Ph.D., o suposto Sol no selo VA243 não é o símbolo Sumério
para o Sol, mas uma estrela, e os pontos também são estrelas. O símbolo no selo VA243 não
tem semelhança com o mesmo símbolo do Sol em centenas de inscrições sumérias.
Pesquisas e todas as traduções, em nome da Verdade, realizadas por Der Beobachter Edelweiss - terça-feira, 9 de setembro de 2014 -13:28:26
REVISÃO 01 - 22/09/2014 - 19:53:51

7


Related documents


PDF Document zecharia sitchin genesis revisitado abgeschlossen
PDF Document ebook completo o livro perdido de enki
PDF Document para rol
PDF Document enumastudio sitchin
PDF Document semiotica texto 2
PDF Document healing digestive illness translated


Related keywords