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História da Riqueza do Homem .pdf



Original filename: História da Riqueza do Homem.pdf
Title: historia da riqueza do homem
Author: pantera

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Leo huberman

história da
Riqueza do homem
Tradução de
WALTENSIR DUTRA

Digitalização: cerejinha

ÍNDICE
Prefácio .................................................................................................

7

Parte 1 — DO FEUDALISMO AO CAPITALISMO
CAPÍTULO I — Sacerdotes. Guerreiros e Trabalhadores ..................
O trabalho na Idade Média — O sistema agrícola — O servo
e o senhor — A situação da nobreza, da realeza e do clero.
CAPÍTUlO II — Entra em Cena o Comerciante .................................
O investimento da riqueza na Idade Média — O Intercâmbio de mercadorias — As Cruzadas e o comércio — Mercados e feiras.
CAPÍTULO III — Rumo À Cidade ..................................................
O comércio e as cidades — Surgem as corporações — Choque entre a cidade e o senhor feudal — Cresce a influência dos mercadores.
CAPÍTULO 1V — Surgem Novas Idéias ............................................
Usura e juro na Idade Média — A posição da Igreja —
Os velhos conceitos prejudicam as transações.
CAPÍTULO V — O Camponês Rompe Amarras ................................
Modifica-se a situação do camponês que começa a ser dono da
terra — Novo regime de trabalho — As revoltas camponesas.
CAPÍTULO VI — ―E Nenhum Estrangeiro Trabalhará...‖ .................
Modifica-se também a Indústria — Surge o artesanato profissional — O regime das corporações — O justo preço —
O burguês começa a substituir o senhor feudal.
CAPÍTULO VII — Aí Vem o Rei! ......................................................
Universalismo e nacionalismo : desponta o sentimento nacional — A burguesia sustenta o rei — Decadência das
grandes corporações — A Igreja e a Reforma.
CAPÍTULO VIII — ―Homem Rico...‖ ...............................................
A desvalorização da moeda pelos reis — Acumulação de
ouro e prata — As grandes viagens e descobertas — A Revolução Comercial — Os grandes banqueiros.
CAPÍTULO IX — .‖...Homem Pobre, Mendigo, Ladrão‖ .................
A influência prejudicial das guerras — Influxo da metais preciosos e elevação dos preços — Lucram os mercadores, perdem os governos e os trabalhadores — Conseqüências na
agricultura.
CAPÍTULO X — Precisam-se Trabalhadores — Crianças de Dois
Anos Podem Candidatar-se .................................................................
Expansão do mercado — O intermediário e o industrial
Incipiente — Reação das corporações — Os três sistemas
de produção.
CAPÍTULO XI — ―Ouro, Grandeza e Glória‖ ..................................
O que faz a riqueza de um país? — Acumulação de tesouros — Estímulos à indústria — Migração de trabalhadores
— Riqueza pelo transporte marítimo — Colônias — A política mercantilista.
CAPÍTULO XII — Deixem-nos em Paz! ........................................

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Revolta contra o mercantilismo — A doutrina do lasseizfaire — Os fisiocratas — O conceito de renda nacional
— O comércio livre.
CAPITULO XIII — ―A Velha Ordem Mudou...‖ ...........................
Só os pobres pagavam Impostos — O progresso abre os
olhos do camponês — A Revolução Francesa — A burguesia: quem era? — A burguesia lidera, camponesa e trabaIhadores lutam — O Código Napoleônico, vitória burguesa.

155

Parte II — DO CAPITALISMO AO... ?
CAPÍTULO XIV — De Onde Vem o Dinheiro? .............................
Dinheiro que é capital e dinheiro que não é — O capital
e os meios de produção — Como os Impérios acumulam
capital para a indústria moderna — Novas formas de produção, nova religião.
CAPÍTULO XV — Revolução — Na Indústria, Agricultura, Transporte.....................................................................................................
A máquina a vapor — O crescimento demográfico — O
novo tipo de vida no século XVIII.
CAPITULO XVI — ―A Semente Que Semeais, Outro Colhe... ―
A situação dos trabalhadores durante e depois da Revolução Industrial do século XIX — O regime fabril —
O trabalho das crianças — A revolta contra as máquinas
— Os sindicatos e o voto.
CAPÍTULO XVII — ―Lei Naturais‖ de Quem? ..............................
As leis naturais da Economia clássica — A economia individual e a economia da sociedade — O malthusianismo —
Ricardo e o valor do trabalho.
CAPÍTULO XVIII — ―Trabalhadores de Todos os Países, Uni-vos!‖
Os sonhadores de utopias — O socialismo idealista ou utópico — Surge Marx: o socialismo sem utopia — Porque
o socialismo é Inevitável — Marx e o trabalho: a mais-valia — As contradições do sistema capitalista.
CAPÍTULO XIX — ―Eu Anexaria os Planeta, se Pudesse...‖
Uma nova teoria do valor — A teoria marginal da utilidade — As tarifas protetores — O crescimento da grande
indústria — Trustes, cartéis, combinações — Os excedentes de mercadorias e de capital — Solução: as colônias.
CAPÍTULO XX — O Elo Mais Fraco ............................................
As crises capitalistas — Suas explicações — A tendência
decrescente do lucro — Capital variável e capital constante ou fixo.
CAPÍTULO XXI — A Rússia Tem um Plano ................................
A Revolução Russa — Lênin e a arte da revolução — Coletivo, ao invés de Individual — Os grandes problemas econômicos da Rússia — Planejamento nacional socialista —
O comércio externo e o monopólio estatal.
CAPÍTULO XXII — Desistirão eles do Açúcar? ...........................
Pobreza em meio à abundância — O planejamento capitalista. suas características — O obstáculo: a propriedade privada
— Oposição à economia nacionalmente planificada — A coordenação central capitalista: fascismo — Fascismo e guerra.

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PREFÁCIO
ESTE livro tem um duplo objetivo. É uma tentativa de explicar
a história pela teoria econômica, e a teoria econômica pela história. Essa inter-relação é importante — é necessária, O ensino da
história se ressente quando pouca atenção se dispensa ao seu aspecto econômico; e a teoria econômica se torna monótona,
quando divorciada de seu fundo histórico. A ―Ciência triste‖
continuará trine, enquanto ensinada e estudada num vácuo histórico. A lei da renda de Ricardo é, em si, difícil e insípida. Mas
situada em seu contexto histórico, vista como uma batalha na luta entre proprietários de terras e industriais, na Inglaterra do
início do século XIX, ela se tornará animada e significativa.
Este livro não pretende ser exaustivo. Não é uma história
econômica nem uma história do pensamento econômico — mas
um pouco de ambas. Tenta explicar, em termos de desenvolvimento das instituições econômicas, por que certas doutrinas
surgiram em determinado momento, como se originaram na
própria estrutura da vida social, e como se desenvolveram, modificaram e foram ultrapassadas, ao mudarem os padrões daquela estrutura.
Desejo expressar meu profundo agradecimento às seguintes
pessoas: minha esposa, que me auxiliou de inúmeras formas,
muitas para serem mencionadas; o Dr. Meyer Schapiro, por sua
crítica do original e sugestões incentivadoras; a Srta. Sybil May
e o Sr. Michael Ross por suas opiniões firmes e crítica construtivas que me evitaram muitos erros de julgamento e fatos. Devo
um agradecimento especial à Srta. Jane Trabiskj, uma vez que
suas pesquisas cuidadosas, e vasto conhecimento, no campo da
História e Economia, foram de ajuda incalculável. Sem sua assistência, este livro não poderia ter sido escrito.
LEO HUBERMAN

Nova York, julho de 1936.


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