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Na introdução a de se notar a mudança do marxismo nos fatores observados. Em
exemplo de um fator, temos o acontecimento de guerras entre regimes contra outros de
mesma linha de pensamento — ou seja, regimes marxistas contra outros regimes
marxistas. A explicação sobre isto seria de que esses regimes (revolucionários)
começaram a tomar por si, em uma questão de nacionalidade, suas conquistas por
mérito, em algo único daquele regime.
No capítulo “As origens da consciência nacional”, há o desenvolvimento da imprensa
como forma de mercadoria — que transforma o conhecimento em um produto sujeito a
disseminação. Na qual o fator principal para isso fora evidentemente o capitalismo. Isso
levou a reconsideração dos meios que se eram usados para este caso, onde diante do
poder que se tinha dos novos meios da reprodutibilidade, os meios mais antigos como o
manuscrito, por exemplo, fora sofrendo uma perda gradual por serem restritos. Há
também de se notar que por ser um empreendimento capitalista, a busca por mercado é
inegável, e diante da explosão desse setor na época, a procura por um meio que atingisse
uma massa maior era o grande objetivo.
Esse foi um dos fatores que levou ao latim — definida como uma língua de bilíngues
— dos primeiros anos desse meio, a ser fragilizado: por ser uma língua de poucos. E
como a maior parte da população falava apenas uma língua — ou seja, monoglota — o
mercado passou a ser direcionado para esse tipo público. Outro fato que contribuíra para
a fragilização do latim fora a crise que a Europa passou na época.
A partir disso, se formam três fatores vernaculizantes. Nas quais, as mudanças que
aconteceriam no vernáculo (idioma nativo de um país), levariam ao conhecimento da
consciência nacional. O primeiro fator é a mudança no próprio latim, sobre tudo, na
questão de conhecimento comparado ao dos novos meios. Podemos apontar isto como
uma perda do significado, e não apenas por ser uma língua arcaica, e sim do texto
também. O segundo é o impacto que a Reforma juntamente aos atos de Martinho Lutero
causam neste campo, sendo um deles fonte de inspiração, como Lutero. Pois após isso, o
mercado editoral — expandido pelo capitalismo nos novos meios, como edições baratas
em vernáculo — começara a ser aproveitado pelo protestantismo para a disseminação
religiosa. Simplesmente por conseguirem chegar a um público maior por não ser
necessário o conhecimento do latim para a leitura. E o terceiro fator, a transformação do
vernáculo como meio de centralização administrativa, ou seja, a língua passaria a ter a
função de domínio. A não monopolização do latim foi uma das primeiras mudanças que
houve, já que o latim não é mais considerado centralizado (controlado). E isso levou a
vernáculos — no caso, estrangeiros — se imporem aos demais por serem funcional a
centralização administrativa, um exemplo disso acontece no domínio dinástico, onde
determinado vernáculo passa a ser adotado como a língua oficial da corte.
Em visto da questão da criação de vernáculos para funcionamento administrativos; a
perda da força do latim, parecer negativamente, o principal ponto é que se deve entender
que tudo isso aconteceu pela junção da imprensa com o capitalismo. E como
consequência, o modo que o vernáculo sofreu pela mudança — principalmente pelo
público-alvo —, assim este também se juntando ao dois pontos anteriores. É inegável que
os três não andem juntos. Principalmente sem o capitalismo, que conseguiu disseminar
novos vernáculos que basearam as novas consciências nacionais; construindo uma
identidade para a nação. Ou seja, uma forma de comunidade imaginada.


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