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DN Edição n.3457 .pdf



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Title: C:\Users\Diario de Noticias\Des
Author: Diario de Noticias

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D IÁRIO

DE

N OTÍCIAS

Quarta-feira, 25 de Outubro de 2017– Edição nº3457
i inguy

De Segunda à Sexta - Editor interino: Laurindos Macuácua -cell:820720400
Propriedade: Media - Jornalistas Associados Limitada - GABINFO-Dispensa de Registo - DE-2003
Redacção e Administração: Rua da Resistencia,Nº1642,Prédio Cil/3M – Maputo - Moçambique
Telefone: 21418823 ou 824915440/844719596
E-mail: diariodenoticias@tvcabo.co.mz

Assinaturas mensais: 700,00 MT (ordinária),
1.300,00 MT (institucional) e 1.750,00 MT (embaixadas e ONGs estrangeiras)

Fazemos entrega de medicamentos ao domicílio

Novo ataque provoca
pânico em multinacionais
(Maputo) Um novo ataque de
um grupo de insurgentes em Palma,
na província de Cabo Delegado, no
fim-de-semana, provocou pânico as

multinacionais, que exploram gás
e petróleo, disseram nesta
segunda-feira fontes locais.
“Houve um confronto no

sábado e domingo. Cerca das 23 horas
foi registado novo ataque do grupo na



NO ÚLTIMO TRIMESTRE

Moçambique perdeu 370 milhões de
meticais em casos de corrupção
(Maputo) O Gabinete Central
de Combate à Corrupção (GCCC)

anunciou que o Estado
moçambicano foi lesado em 370

milhões de meticais em casos de desvios



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Cell: 823841566,

FARMÁCIA ALOE VERA, Rua do Mercado-Parc. 834/A1 Mahlazineç

PROVÍNCIA DE CABO DELGADO

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zona de Palma” contou uma fonte
baseada em Pemba, descrevendo que a
nova insurgência gerou instabilidade nas
multinacionais.
Ao que se apurou de uma outra
fonte, o grupo atacou um posto
administrativo de Ulumbi, no distrito de
Palma, a zona onde até agora foi feita a
única perfuração em terra na pesquisa
pelo petróleo, por uma empresa
canadiana.
“Há
funcionários
das
multinacionais a serem tirados da zona
após estes ataques”, disse um
funcionário da multinacional americana



Anadarko, que tem operações na região,
sem acrescentar detalhes.
Segundo relatos de populares, os
atacantes têm as mesmas características
(andam encapuzados e com gritos de
palavras de ordem), do grupo que
assaltou a vila de Mocímboa da Praia há
três semanas, e depois repelida pelas
forças estatais.
Ao todo este fim de semana foram
realizados três ataques, sendo dois em
Palma e um a norte da vila de Mocímboa
da Praia, todos contra edifícios públicos,
incluindo uma posição policial.
Apurou-se ainda de uma fonte

bem posicionada da Procuradoria
Provincial, que nesta segunda-feira
23, começaram a ser ouvidos os
insurgentes capturados durante os
confrontos com a Polícia e os
suspeitos detidos à posteriori.
O administrador do distrito de
Palma no norte de Moçambique,
David Machimbuko, disse domingo
que foram presos 11 novos membros
de um grupo armado, que teria
atacado no inicio do mês a vila de
Mocímboa da Praia.
(Redacção)

Moçambique perdeu 370 milhões de
meticais em casos de corrupção

nos últimos três meses, anunciou o
porta-voz da instituição.
“Geralmente são agentes de
departamentos financeiros que se
envolvem nestes casos. Eles criam
empresas fantasmas ou beneficiam
empresas de familiares que nem se quer

reúnem requisitos para serem aprovados
em concursos”, disse Cristóvão
Mondlane.
De acordo com aquele responsável,
Nampula e Cabo Delgado, no norte de
Moçambique, foram as províncias que
mais registaram casos de desvios de

fundos durante o período.
No total, segundo os dados do
GCCC, foram abertos durante o
período 284 processos-crime
relativos a casos de corrupção, numa
lista em que 80% envolveu agentes e


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funcionários do Estado.
“Estes indivíduos subfacturam e
remuneram indevidamente”, lamentou o
porta-voz, acrescentando que a instituição
continuará atenta a estes casos.
Na mesma ocasião, o porta-voz da
GCCC anunciou que foram constituídos
três arguidos na investigação sobre alegada
corrupção na compra, pelas Linhas Aéreas
de Moçambique, de duas aeronaves
“Embraer”.
“No caso Embraer, estão envolvidos
sete países. Em alguns países temos tido

sucesso, em cinco deles, e estamos à
espera de mais informação. Mas
estamos numa fase bem avançada. Já
temos, pelo menos, três arguidos
constituídos”, afirmou a fonte.
Documentos da justiça brasileira
divulgados no final do ano passado
revelam que a Embraer terá pagado
800 mil dólares a gestores da
companhia área nacional Linhas
Aéreas de Moçambique (LAM) e a
um intermediário, também
moçambicano, pela venda de duas

aeronaves em 2009.
O valor foi depositado numa
conta de uma sociedade fictícia
propositadamente criada em São
Tomé e Príncipe para actuar no
esquema de suspeita de corrupção.
O alegado esquema de suborno
faz parte de pagamentos ilícitos que
a fabricante brasileira terá efectuado
em vários países.
Os três arguidos são todos de
nacionalidade moçambicana.
(Redacção)

Sociedade civil lança iniciativa para combater
violência eleitoral e abstenção no país
(Maputo) Organizações da sociedade
civil moçambicanas estão a pôr em marcha
a iniciativa “Votar Moçambique”, visando
combater a violência eleitoral e a abstenção
entre os jovens, anunciou o Centro de
Integridade Pública (CIP).
Segundo
Borges
Nhamire,
investigador daquela organização nãogovernamental (ONG) moçambicana, cerca
de um milhão de eleitores jovens não vão às
urnas e a iniciativa “Votar Moçambique”

pretende inverter esse cenário.
Moçambique tem eleições
autárquicas marcadas para 10 de
Outubro de 2018 e vai realizar eleições
gerais em 2019.
“Vamos realizar acções de
formação para líderes juvenis e
associações, para incutir nos jovens o
entendimento de que, quando não
votam, têm uma influência negativa
nos resultados das eleições”, declarou

Borges Nhamire.
A exclusão, falta de
oportunidades de emprego e de
educação e a frustração em relação
às políticas sociais são algumas das
razões pode detrás do afastamento
dos jovens em relação aos processos
eleitorais, acrescentou Jorge
Nhamire.
“Ficar em casa em dia de




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eleições não resolve os problemas dos
jovens, porque estão sujeitos a ser
governados por quem não
escolheram”, prosseguiu.
A iniciativa “Votar Moçambique”
terá também uma componente de
“Observação Jornalística”, que
contará com o envolvimento de cerca
de 250 jornalistas das rádios
comunitárias.
Em conjunto, vão monitorar o

decurso das eleições autárquicas de
2018 e das eleições gerais de 2019.
O projecto vai contar igualmente
com uma vertente de pesquisa,
nomeadamente, sobre o papel da
mulher nos processos eleitorais e a
dinâmica do voto, incluindo a migração
do eleitorado em função dos
candidatos.
“Queremos perceber a relevância
das mulheres nas políticas públicas,

porque já percebemos que elas têm um
grande peso eleitoral”, acrescentou
Borges Nhamire.
A iniciativa Votar Moçambique
pretende envolver as lideranças dos
partidos no combate à violência
doméstica, através de criação de
mecanismos que permitam aos dirigentes
políticos a denúncia atempada da
violação da lei, disse.
(Redacção)

ASSASSINATO DO PROCURADOR MARCELINO VILANCULO

Começa hoje o julgamento
de Edith Cylindo
(Maputo) O julgamento de um
processo autónomo relativo ao
homicídio do procurador Marcelino
Vilanculo arranca hoje, no Tribunal
Judicial da Província de Maputo,
anunciou fonte do Ministério Público.
De acordo com a fonte, no
processo, a ré Edith Cylindo é acusada
de ser uma das autoras materiais do
crime.
Além dela, há três outros acusados
no processo principal, que está sob
alçada do Tribunal Supremo, devido a
um recurso apresentado sobre o
despacho de pronúncia de um deles.
Marcelino Vilanculo, procurador

afecto à cidade de Maputo e que tinha
a seu cargo a investigação sobre casos
de rapto, foi assassinado a tiro na noite
de 11 de Abril de 2016, à porta de casa.
Segundo a mesma fonte, a
acusação aponta que Edith seguiu o
magistrado desde o local de trabalho
até perto da sua residência, onde deu a
ordem a outros executores para que a
vítima fosse baleada.
Em Março, o Tribunal Supremo
negou um pedido de habeas corpus a
favor de Edith Cylindo.
Este ano, no aniversário da morte,
a Associação Moçambicana dos
Magistrados do Ministério Público

(AMMMP) denunciou a prevalência de
ameaças e intimidação aos profissionais
da classe.
“Manifestámos o nosso repúdio
pelas situações de intimidação contra os
magistrados: sabemos dos riscos que
corremos, mas estamos firmes e
decididos [na luta contra a criminalidade],
disse, na altura, em conferência de
imprensa, o presidente da AMMMP,
Eduardo Sumana. Num outro caso, o
juiz Dinis Silica, que tinha em mãos
processos relacionados com uma onda
de raptos em Maputo, foi morto a tiro
por desconhecidos, em 2014, em pleno,
dia na capital moçambicana.(Redacção)

APOIO DA SOCIEDADE CIVIL MOÇAMBICANA

Suécia desembolsa mil milhões de meticais
(Maputo) A Suécia vai
atribuir um financiamento de
mil milhões de meticais para
apoio à sociedade civil em
Moçambique, anunciou esta
semana a representação
diplomática do país, em
Maputo.
A verba será canalizada
para a organização nãogovernamental OxfamNovib, no âmbito de um
acordo assinado em Maputo.
“Com a assinatura deste
acordo pretendemos reforçar
a
capacidade
das

organizações moçambicanas
da sociedade civil para melhor
influenciar os processos de
desenvolvimento e exigir a
responsabilização, respeito
pelos direitos humanos e a
participação das mulheres em
todos os sectores da
sociedade”, afirmou a
embaixadora da Suécia em
Maputo, Marie Andersson de
Frutos.
A Suécia apoia 70
organizações moçambicanas
da sociedade civil, no âmbito
da promoção de uma

governação democrática mais
inclusiva e participativa.
Com a ajuda, pretende-se
o reforço da capacidade das
organizações da sociedade
civil moçambicana para
implementar programas de
desenvolvimento.
Para o período 2015-2020,
a Suécia comprometeu-se a
desembolsar cerca de 2,4 mil
milhões de meticais no âmbito
do acordo com a OxfamNovib.
(Redacção)
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