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cescontexto debates xvii -02 100%

Expressões de conflitos ambientais de mineração e petróleo em Portugal e na América do Sul Organização Adriana Bravin Lúcia Fernandes Edição Sara Rocha Nº 17 Maio, 2017 1 Agradecimentos Queremos prestar os nossos agradecimentos a todos aqueles e aquelas que permitiram a concretização desta publicação e a realização do Seminário e Fórum público “Diferentes formas de dizer não:

https://www.pdf-archive.com/2017/05/31/cescontexto-debates-xvii-02/

31/05/2017 www.pdf-archive.com

EIA - Volume I 98%

BRT METROPOLITANO PERIMETRAL ALTO TIETÊ EIA - Estudo de Impacto Ambiental VOLUME I Índice Geral VOLUME I 1 1.1 1.2 2 2.1 2.2 3 3.1 3.2 3.2.1 3.2.2 3.2.3 3.2.4 3.2.5 3.2.6 3.2.7 3.2.8 3.2.9 3.2.10 3.2.11 3.2.12 3.3 3.3.1 3.3.2 3.3.3 3.3.4 4 4.1.1 4.1.2 5 6 6.1 6.2 6.2.1 6.2.2 6.2.3 6.3 6.3.1 6.3.2 7 7.1 7.2 7.2.1 7.2.2 7.3 7.3.1 7.3.2 7.3.3 7.4 7.4.1 7.4.2 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR E DA EMPRESA DE CONSULTORIA Identificação do Empreendedor Identificação da empresa responsável pela elaboração do EIA / Rima INTRODUÇÃO Objeto do licenciamento Breve histórico do empreendimento LEGISLAÇÃO INCIDENTE Contextualização Institucional Contextualização da Legislação Ambiental Incidente Licenciamento Ambiental Unidades de Conservação e Outras Áreas Protegidas Supressão, Recomposição ou Proteção de Vegetação Proteção da Fauna Patrimônio Cultural Poluição do Solo e Subsolo / Áreas Contaminadas Poluição Atmosférica Poluição Sonora (Níveis de Ruídos e Vibrações) Recursos Hídricos (Qualidade das Águas / Outorgas) Desapropriações e Reassentamentos Uso do Solo Urbano e Subsolo Municipal Gerenciamento dos Resíduos da Construção Civil Contextualização da Legislação Municipal / Plano Diretor Municipal Município de Arujá Município de Poá Município de Itaquaquecetuba Município de Ferraz de Vasconcelos COMPATIBILIDADE COM AS POLÍTICAS PÚBLICAS, PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS CO LOCALIZADOS Esfera Estadual Esfera Municipal HISTÓRICO DO PROCESSO DE LICENCIAMENTO JUSTIFICATIVA DO EMPREENDIMENTO E AS ALTERNATIVAS ESTUDADAS As Justificativas para a Implantação do Empreendimento As Justificativas da Alternativa Tecnológica Adotada A Concepção Funcional do BRT O Modelo Tecnológico do BRT O Processo de Escolha da Tecnologia Veicular As Justificativas da Alternativa Locacional e de Traçado Considerações Gerais A Proposta Inicial do Corredor / BRT no âmbito do Programa Metropolitano de Corredores (PCM) CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Localização Referencial do Empreendimento e Inserção Urbana Descrição do Empreendimento Características Gerais das Diretrizes do Traçado Concepção Física da Infraestrutura do Corredor / BRT Alto Tietê Características Gerais da Implantação do Empreendimento Estudos de Demanda Desafetação de Áreas Obras, Serviços Gerais e Infraestrutura de Apoio às Obras Características Gerais da Operação do Empreendimento Sistemas de Transporte Inteligentes (ITS) Circulação Viária (Plano Funcional) CONSÓRCIO PROJETO BRT ARUJÁ ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL – EIA BRT Metropolitano Perimetral Alto Tietê 2 2 2 3 4 5 7 7 10 11 12 14 15 16 18 21 22 24 26 27 28 28 28 32 36 38 41 41 48 53 55 55 56 56 59 68 70 70 71 80 80 82 82 113 133 133 136 137 141 142 142 7.4.3 7.4.4 7.5 8 8.1 8.2 8.3 A Concepção dos Veículos que poderão ser Utilizados no BRT O Modelo Espacial e de Integração do BRT Custos Estimados, Cronograma e Mão de Obra DELIMITAÇÃO DAS ÁREAS DE INFLUÊNCIA Área de Influência Indireta (AlI) Área de Influência Direta (AlD) Área Diretamente Afetada (ADA) 150 155 157 158 158 159 159 VOLUME II 9 9.1 9.1.1 9.1.2 9.1.3 9.1.4 9.1.5 9.1.6 9.1.7 9.1.8 9.1.9 9.1.10 DIAGNÓSTICO AMBIENTAL Caracterização e Análise do Meio Físico Aspectos Climáticos e das Condições Meteorológicas Qualidade do Ar Níveis de Ruídos e Vibrações Aspectos Geomorfológicos e Morfométricos Aspectos Pedológicos Aspectos Geológicos Aspectos Geotécnicos Recursos Hídricos Superficiais Recursos Hídricos Subterrâneos Passivos Ambientais / Áreas Contaminadas 162 162 162 166 175 296 305 310 316 326 349 359 VOLUME III 9.2 9.2.1 9.2.2 9.2.3 Caracterização e Análise do Meio Biótico Flora Fauna Unidades de Conservação e Outras Áreas Protegidas 529 529 760 803 VOLUME IV 9.3 9.3.1 9.3.1.1 9.3.1.2 9.3.1.3 9.3.1.4 9.3.1.5 9.3.1.6 9.3.1.7 9.3.2 9.3.2.1 9.3.2.2 9.3.2.3 9.3.2.4 9.3.2.5 9.3.2.6 9.3.2.7 9.3.2.8 9.3.2.9 9.3.3 9.3.3.1 10 10.1 10.1.1 10.1.2 10.1.3 Caracterização e Análise do Meio Socioeconômico Área de Influência Indireta (AII) Dinâmica Demográfica Condições de Moradia / Aglomerados Subnormais Estrutura Etária da População Perfil Econômico Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM Uso e Ocupação do Solo Sistema Viário e de Transporte Área de Influência Direta (AID) Dinâmica Demográfica Perfil Econômico Qualidade de Vida Uso e Ocupação do Solo Sistemas Viário, de Transporte e de Circulação Paisagem Urbana Estrutura Urbana Reivindicações Sociais Patrimônio Arqueológico e Bens Tombados Área Diretamente Afetada (ADA) Áreas Passíveis de Desapropriação IDENTIFICAÇÃO, PREVISÃO E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS E PROPOSIÇÃO DAS RESPECTIVAS MEDIDAS / AÇÕES DE CONTROLE Referencial Metodológico Fatores e Ações Geradoras de Impactos Ambientais Atributos de Avaliação de Impactos Ambientais Medidas e Ações de Controle Ambiental CONSÓRCIO PROJETO BRT ARUJÁ ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL – EIA BRT Metropolitano Perimetral Alto Tietê 827 827 827 832 835 839 847 851 861 867 867 875 884 896 950 957 965 975 983 989 989 1019 1019 1019 1020 1021 10.2 10.2.1 10.2.2 10.3 10.3.1 10.3.2 10.3.3 10.3.4 10.3.5 10.3.6 10.3.7 10.3.8 10.3.9 10.3.10 10.3.11 10.3.12 10.3.13 10.3.14 10.3.15 10.3.16 10.3.17 10.3.18 10.3.19 10.3.20 10.4 10.4.1 10.4.2 10.4.3 10.5 10.5.1 11 11.1 11.2 11.2.1 11.2.2 11.2.3 11.2.4 11.2.5 11.2.6 11.2.6.1 11.2.2.2 11.2.6.3 11.2.6.4 11.2.7 11.2.7.1 Impactos na “Fase de Planejamento” do Empreendimento Geração de ansiedade e insegurança na população da AID e ADA Geração de expectativa da população da AII e AID Impactos na “fase de implantação” do empreendimento (ou nas fases de “Implantação e Operação”) Alteração pontual dos níveis da qualidade do ar, decorrente do aumento da concentração de material particulado em suspensão, de poeiras e da emissão de gases veiculares Alteração pontual dos níveis de ruídos Deflagração de novos processos de dinâmica superficial e de aporte de sedimentos nos corpos hídricos Alteração dos padrões de qualidade do solo, das águas superficiais e subterrâneas Ocorrência de vibrações induzidas no solo, de recalques e/ou de abalos estruturais nas construções / edificações situadas em áreas vizinhas à faixa lindeira do empreendimento Interferências das obras em áreas potencial ou comprovadamente contaminadas Supressão de vegetação / interferência em APP Perda de cobertura vegetal / intervenção em fragmentos vegetais inseridos em Unidades de Conservação Interferências com fauna silvestre Impacto social pelo processo de desapropriação / desocupação de imóveis residenciais e comerciais Alterações na fluidez / mobilidade do trânsito e riscos de acidentes decorrentes da readequação do sistema viário nas proximidades do empreendimento Interrupções temporárias dos serviços básicos de infraestrutura urbana Aumento da arrecadação tributária Geração de empregos Riscos de impactos nas condições de saúde e segurança ocupacional dos trabalhadores das obras do BRT Indução à alteração do uso e ocupação do solo na ADA e AID Alteração da paisagem da ADA e AID Incremento da ação do mercado imobiliário e oscilação do valor dos imóveis Riscos de interferência e descaracterização do patrimônio histórico, cultural e arquitetônico Riscos de remobilização, soterramento e destruição parcial ou total de sítios arqueológicos IMPACTOS NA “FASE DE OPERAÇÃO” DO EMPREENDIMENTO Benefícios socioambientais, diretos e indiretos, para as populações residentes na AID e ADA Possibilidade de aumento de renda da população da AID Readequação do sistema de transporte público na AII e AID SÍNTESE DA AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS Balanço Geral dos Impactos PLANOS E PROGRAMAS AMBIENTAIS Plano de Gestão Ambiental do Empreendimento - PGA Plano de Controle Ambiental das Obras - PCA Programa de Monitoramento da Qualidade do Ar Programa de Monitoramento dos Níveis de Ruídos Programa de Monitoramento de Recalques Programa de Gerenciamento de Áreas Contaminadas Programa de Gerenciamento de Material Excedente Programa de Gerenciamento de Resíduos Subprograma de Controle de Resíduos da Construção Civil e de Material de Demolição Subprograma de Controle e Gerenciamento de Resíduos Perigosos Subprograma de Controle e Gerenciamento de Produtos Químicos Subprograma de Gerenciamento de Efluentes Líquidos Programa de Educação Ambiental Subprograma de Controle Ambiental das Condições de Saúde e Segurança Ocupacional CONSÓRCIO PROJETO BRT ARUJÁ ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL – EIA BRT Metropolitano Perimetral Alto Tietê 1022 1022 1023 1024 1024 1029 1031 1033 1035 1036 1039 1041 1043 1046 1047 1048 1050 1051 1052 1054 1055 1056 1058 1059 1059 1061 1062 1063 1070 1071 1071 1078 1079 1081 1084 1087 1090 1092 1095 1097 1098 1099 1100 1104 11.2.8 11.2.9 11.2.10 11.3 11.3.1 11.3.2 11.4 11.5 11.5.1 11.5.2 11.6 11.6.1 11.6.1.1 11.6.2 12 13 13.1 13.2 14 15 15.1 15.2 15.3 15.4 15.5 15.6 16 17 Programa de Controle de Processos Erosivos e de Assoreamento Programa de Controle de Tráfego Programa de Paisagismo e Reurbanização Plano de Manejo Arbóreo Programa de Controle da Supressão de Vegetação Programa de Monitoramento da Avifauna Plano de Comunicação Social Plano de Acompanhamento do Processo de Desapropriação e de Apoio à População Atendida por Programas Sociais Programa de Cadastramento e Avaliação dos Imóveis Afetados Programa de Acompanhamento das Indenizações e Apoio à População Afetada Plano de Gestão do Patrimônio Histórico, Cultural-Edificado e Arqueológico Programa de Arqueologia Preventiva Subprograma de Educação Patrimonial Programa de Inventariação do Patrimônio Histórico-Cultural Edificado PROGRAMA DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL (SNUC) PROGNÓSTICO DA QUALIDADE AMBIENTAL FUTURA Prognóstico das Condições Emergentes “sem” a Implantação do BRT Alto Tietê (Alternativa “Zero”) Prognóstico das Condições Emergentes “com” a Implantação do BRT Alto Tietê CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para os temas relacionados à caracterização do Meio Físico Para os temas relacionados à caracterização dos Passivos Ambientais Para os temas relacionados à caracterização do Meio Biótico Para os temas relacionados à caracterização do Plano de Compensação Ambiental (PCA) Para os temas relacionados à caracterização do Meio Socioeconômico Para os temas relacionados à caracterização do Patrimônio Histórico, Cultural e Arqueológico EQUIPE TÉCNICA ANEXOS CONSÓRCIO PROJETO BRT ARUJÁ ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL – EIA BRT Metropolitano Perimetral Alto Tietê 1106 1108 1111 1112 1114 1116 1118 1121 1140 1141 1142 1144 1146 1146 1148 1149 1149 1151 1154 1157 1157 1159 1159 1163 1163 1165 1169 1172

https://www.pdf-archive.com/2017/12/19/eia-volume-i/

19/12/2017 www.pdf-archive.com

Livro IDS Estarreja 10 1 2017 seg 90%

Comportamentos ambientais da população de Estarreja Luís Cruz,Maria da Conceição Pereira,Filipe Coelho,Paula Simões,Eduardo Barata,Ana Silva........................................................................................................................239 11.

https://www.pdf-archive.com/2017/01/20/livro-ids-estarreja-10-1-2017-seg/

20/01/2017 www.pdf-archive.com

Af apostila conceitos e projetos 88%

m/s Sensações 1º Nível de conforto Resposta fisiológica aos estímulos ambientais Estímulos Figura 1 – O conceito de conforto:

https://www.pdf-archive.com/2014/10/03/af-apostila-conceitos-e-projetos/

03/10/2014 www.pdf-archive.com

Seminario RNAE Portalegre 18Mar2014 draft@25022014 v2 88%

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS NAS EMPRESAS – OPORTUNIDADES PARA A REDUÇÃO DE CONSUMOS E CUSTOS 18 de Março de 2014 Auditório do NERPOR, PORTALEGRE 09h30 Receção dos Participantes 10h00 Abertura Tiago Gaio (AREANATejo) | Nuno Ferreira (RNAE) | a designar (NERPOR) 10h15 O PLANO DE DINAMIZAÇÃO E DISSEMINAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS – EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NO SETOR EMPRESARIAL | Nuno Ferreira (RNAE) 10h30 PRINCÍPIOS BÁSICOS DA GESTÃO DA ENERGIA | João de Jesus Ferreira (JESUSFERREIRA CONSULTORES) 10h50 Coffee-Break 11h20 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA ILUMINAÇÃO | Alexandre Fernandes (FABRIWATT) 11h40 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NOS EDIFÍCIOS | Paulo Libório (ADENE) 12h00 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA INDÚSTRIA| Paulo Calau (Direção Executiva do PNAEE) 12h20 AS EMPRESAS DE SERVIÇOS DE ENERGIA (ESE):

https://www.pdf-archive.com/2014/02/28/seminario-rnae-portalegre-18mar2014-draft-25022014-v2/

28/02/2014 www.pdf-archive.com

EIA-CASINO & MARINA-RESUMO NAO TECNICO 83%

Características ambientais de referência 7 5.

https://www.pdf-archive.com/2015/08/07/eia-casino-marina-resumo-nao-tecnico/

07/08/2015 www.pdf-archive.com

EIA-ILHEU DE SANTA MARIA-RESUMO NAO TECNICO 82%

Características ambientais de referencia 11 5.

https://www.pdf-archive.com/2015/08/07/eia-ilheu-de-santa-maria-resumo-nao-tecnico/

07/08/2015 www.pdf-archive.com

EIA-GAMBOA-RESUMO NAO TECNICO 82%

Características ambientais de referência 10 5.

https://www.pdf-archive.com/2015/08/07/eia-gamboa-resumo-nao-tecnico/

07/08/2015 www.pdf-archive.com

PT Ricardo Coutinho Petrobras 00031347520144025101-2 79%

       Impacto  de  um  possível  afundamento     A   possibilidade   real   do   afundamento   da   P-­‐27,   como   resultado   da   situação   de   risco  descrita  acima  trará  impactos  ambientais  para  toda  região.

https://www.pdf-archive.com/2014/04/09/pt-ricardo-coutinho-petrobras-00031347520144025101-2/

09/04/2014 www.pdf-archive.com

BARREIROS SAMARITÁ- 29 10 2014 69%

CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS VII. LICENCIAMENTOS AMBIENTAIS VIII.

https://www.pdf-archive.com/2014/10/30/barreiros-samarit-29-10-2014-1/

30/10/2014 www.pdf-archive.com

Manifesto Forte 69%

Um empreendimento deste porte no local, além de trazer grandes impactos ambientais, afetaria negativamente a qualidade de vida dos moradores, o potencial turístico deste município e as atividades do Porto Público.

https://www.pdf-archive.com/2017/03/18/manifesto-forte/

18/03/2017 www.pdf-archive.com

RevisaoArea1 69%

Parte da estrutura reprodutiva das plantas continentais Refletem a vegetação e as condições ambientais respectivas ?

https://www.pdf-archive.com/2017/05/04/revisaoarea1/

04/05/2017 www.pdf-archive.com

Carne Bíblia Anglicana 66%

mau deleite, implicações éticas, ambientais e nutricionais do consumo de leite bovino, 2012;

https://www.pdf-archive.com/2018/02/27/carne-b-blia-anglicana/

27/02/2018 www.pdf-archive.com

Livro promocional Parque Empresarial 64%

4 As respetivas áreas de construção, totalmente definidas e projetadas permitiram a construção de uma área funcional, perfeitamente integrada em termos ambientais e qualificada em termos das valências necessárias ao desenvolvimento da indústria e logística da região.

https://www.pdf-archive.com/2013/03/13/livro-promocional-parque-empresarial/

13/03/2013 www.pdf-archive.com

RELATORIO 2 62%

relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.

https://www.pdf-archive.com/2017/04/23/relatorio-2/

23/04/2017 www.pdf-archive.com

panfletoatompl3 59%

Tudo isso ignorando as inúmeras vantagens sociais e ambientais de uma política de Tarifa Zero, tais como a redução do trânsito e das ilhas de calor na cidade.

https://www.pdf-archive.com/2015/01/09/panfletoatompl3/

09/01/2015 www.pdf-archive.com

Testedesoftware 51%

  Além  disso,  para  garantir  a  execução  dos  testes  é  necessário  que  haja  tanto  um  planejamento  quanto  um  gerenciamento  dos  mesmos.  Para  isso  é  importante  que  seja  definida  uma  estimativa  mais  próxima  do  tempo  realmente necessário para realização dos testes.   Uma  boa  técnica  de medição e  estimativa deve  sempre levar  em  consideração o  ambiente  onde  será  utilizada.  Entretanto,  é  válido  ressaltar  que  estimar  o  esforço dos  testes  não  é  uma  tarefa  simples,  e  diversos  fatores  como  recursos  humanos,  técnicos,  políticos e ambientais podem interferir no seu resultado.  Porém,  devido  a  complexidade  dessa  tarefa,  várias  vezes  ela  é  baseada  em  “achismos”,  gerando  resultados  que  podem  conflituosos.  Para  preencher  essa  lacuna,  atualmente  existem  diversas  técnicas  que  fornecem  métricas  que  permitam  atender  com uma margem menor de erro às necessidades do projeto.  Algumas dessas principais técnicas, são:    ● Análise de Pontos de Função (APF):  É  uma  técnica  de  medição  utilizada  no  ciclo  de  desenvolvimento  de  software  que  tem  como  objetivo  definir  o tamanho  do sistema,  utilizando  como  métrica a análise dos pontos por função levantada nos requisitos do projeto.  Essa é a  técnica de estimativa mais  utilizada na  área  de  desenvolvimento  de  software.  Através  do  Ponto  de  Função  mede­se  o  tamanho do  software  pela  quantificação  de  suas  funcionalidades  externas,  baseadas  no  projeto  lógico  ou  a  partir do modelo de dados.  A  análise  de  pontos  por  função  possibilita  além  de   medir  o  tamanho do  sistema no que  se  refere às  funcionalidades disponibilizadas  ao usuário, estimar  seu   tamanho  em  qualquer fase  do ciclo  de vida (mesmo que  os requisitos  ainda  não tenham sido detalhados).  As  organizações  que  utilizam  a  Análise  de  Pontos  por  Função  podem  aplicá­la como:  ·   Uma  ferramenta que  permite controlar  o tamanho de  pacotes de  software  que  foram adquiridos, através de todos os pontos por função envolvidos no projeto;  ·  Uma ferramenta para determinar o tamanho de pacotes de software adquiridos,  através da contagem de todos os Pontos por Função incluídos no pacote;  · Uma ferramenta para apoiar a análise da qualidade e da produtividade;  ·   Um  mecanismo  para  estimar  custos  e  recursos  envolvidos  em  projetos  de  desenvolvimento e manutenção de software;  · Um fator de normalização para comparação de software.  A imagem a  seguir mostra as etapas que precisam ser seguidas para diagnosticar  a quantidade de pontos de função, os pontos de teste estáticos e dinâmicos.

https://www.pdf-archive.com/2016/06/30/testedesoftware/

30/06/2016 www.pdf-archive.com

ModelodeResumoexpandido 50%

A via de entrada desses fungos provavelmente acontece por pequenas lesões da pele ou pela mucosa nasal após inalação dos esporos de fontes ambientais contaminadas [2].

https://www.pdf-archive.com/2016/03/18/modeloderesumoexpandido/

18/03/2016 www.pdf-archive.com

ENSALAMENTO FINAL - SITE 48%

uma nova forma de associar teoria e prática com fortalecimentos dos vínculos educacionais, sociais e ambientais Eder Diego de Oliveira Célio Iyama Marcelo Bolfe Maurício Cesário Campano Luiz Fernando da Silva (Centro Ed.

https://www.pdf-archive.com/2016/07/02/ensalamento-final-site/

02/07/2016 www.pdf-archive.com

PROGRAMA SEMANA MEIO AMBIENTE 47%

Miguel Stéfano, 4.241 – Água Funda São Paulo – SP 05/6 - domingo • Jogos de Tabuleiros Ambientais – Coordenadoria de Educação Ambiental Fabricantes disponibilizarão monitores e seus jogos nos parques para serem utilizados pelo público frequentador oportunizando a aprendizagem sobre o meio ambiente.

https://www.pdf-archive.com/2016/05/30/programa-semana-meio-ambiente/

30/05/2016 www.pdf-archive.com

MP 726 47%

e p) atuação das Forças Armadas, quando couber, na garantia da lei e da ordem, visando à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, na garantia da votação e da apuração eleitoral, bem como sua cooperação com o desenvolvimento nacional e a defesa civil e no combate a delitos transfronteiriços e ambientais;

https://www.pdf-archive.com/2016/05/13/mp-726/

13/05/2016 www.pdf-archive.com

EIA - Volume II 43%

Importante ser ressaltado que, dadas às especificidades técnicas, construtivas e operacionais do empreendimento, bem como às características gerais da sua área de inserção, o diagnóstico ambiental abordará os aspectos ambientais considerados mais relevantes, impactados direta ou indiretamente pelo empreendimento, em suas diferentes fases.

https://www.pdf-archive.com/2017/12/19/eia-volume-ii/

19/12/2017 www.pdf-archive.com

alem da beleza 41%

Então o parque é muito mais significativo em termos ambientais do que uma praça porque reúne elementos naturais que a praça tem em menor quantidade.

https://www.pdf-archive.com/2017/05/14/alem-da-beleza/

14/05/2017 www.pdf-archive.com

Simulado 2 de TI 40%

a) Termo de Abertura do Projeto, Documentação de Requisitos, Registro das Partes Interessadas b) Declaração do Escopo do Projeto, Documentação dos Requisitos e Ativos de Processos Organizacionais c) Lista de Atividades, Atributos das Atividades, Lista dos Marcos, Declaração do Escopo do Projeto e Ativos de Processos Organizacionais d) Termo de Abertura do Projeto, Saídas dos Processos de Planejamento,Fatores Ambientais da Empresa e Ativos de Processos Organizacionais e) Documentação dos Requisitos, Dicionário da EAP e Ativos de Processos Organizacionais 4.

https://www.pdf-archive.com/2015/05/26/simulado-2-de-ti/

26/05/2015 www.pdf-archive.com

Paper Congresso blog 39%

Desta forma, observação remota poderá ajudar a conhecer os factores ambientais que afectam a saúde humana e o seu bem-estar.vi O uso da observação remota na agricultura torna possível a obtenção de dados detalhados para avaliações agronómicas melhorando assim a eficiência agrícola e reduzindo o impacto da produção de colheitas.

https://www.pdf-archive.com/2011/06/20/paper-congresso-blog/

20/06/2011 www.pdf-archive.com