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hibernate resumo 100%

Tem como objetivo mor o mapeamento de classes Java em tabelas do banco de dados e viceversa, possibilitando a realização de consultas ao banco com interface própria, liberando o programador da tarefa de construir consultas SQL, com redução de 95% do tempo de desenvolvimento [1].

https://www.pdf-archive.com/2017/11/15/hibernate-resumo/

15/11/2017 www.pdf-archive.com

Anexo I Rol 2014 99%

Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde - 2014 PROCEDIMENTO - Rol 2014 SUBGRUPO - Rol 2014 CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES ATENDIMENTO/ACOMPANHAMENTO EM HOSPITAL-DIA PSIQUIÁTRICO (COM CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU ATENDIMENTO INTEGRAL AO RECÉM-NASCIDO (SALA DE PARTO, BERÇÁRIO E UTI) ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU ATENDIMENTO MÉDICO DO INTENSIVISTA EM UTI GERAL OU PEDIÁTRICA ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU ATENDIMENTO PEDIÁTRICO A GESTANTES (3º TRIMESTRE) ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU ATIVIDADE EDUCACIONAL PARA PLANEJAMENTO FAMILIAR ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU ATIVIDADE EDUCATIVA EM SAÚDE BUCAL ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU CONDICIONAMENTO EM ODONTOLOGIA (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU CONSULTA DE ACONSELHAMENTO PARA PLANEJAMENTO FAMILIAR ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU CONSULTA COM FISIOTERAPEUTA (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU CONSULTA MÉDICA ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU CONSULTA ODONTOLÓGICA INICIAL ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU CONSULTA/SESSÃO COM PSICÓLOGO (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTA/SESSÃO COM PSICÓLOGO E/OU TERAPEUTA OCUPACIONAL (COM CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU CONSULTA/SESSÃO COM FONOAUDIÓLOGO (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU CONSULTA COM NUTRICIONISTA (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES CONSULTA/SESSÃO COM TERAPEUTA OCUPACIONAL (COM DIRETRIZ DE CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU UTILIZAÇÃO) ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES ACONSELHAMENTO GENÉTICO GRUPO - Rol 2014 OD AMB HCO HSO PAC DUT PROCEDIMENTOS GERAIS AMB HCO HSO PROCEDIMENTOS GERAIS HCO HSO PROCEDIMENTOS GERAIS HCO PROCEDIMENTOS GERAIS HCO HSO PROCEDIMENTOS GERAIS AMB HCO PROCEDIMENTOS GERAIS AMB PROCEDIMENTOS GERAIS OD PROCEDIMENTOS GERAIS OD DUT PROCEDIMENTOS GERAIS AMB PROCEDIMENTOS GERAIS AMB PROCEDIMENTOS GERAIS AMB PROCEDIMENTOS GERAIS DUT DUT OD PROCEDIMENTOS GERAIS AMB DUT PROCEDIMENTOS GERAIS AMB DUT PROCEDIMENTOS GERAIS AMB DUT PROCEDIMENTOS GERAIS AMB DUT PROCEDIMENTOS GERAIS AMB DUT TRANSPORTE EXTRA-HOSPITALAR DE PACIENTES GRAVES COM ACOMPANHAMENTO MÉDICO, DO ESTABELECIMENTO HOSPITALAR DE ORIGEM PARA OUTRO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES PROCEDIMENTOS GERAIS HCO HSO VISITA HOSPITALAR CONSULTAS, VISITAS HOSPITALARES OU ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES PROCEDIMENTOS GERAIS HCO HSO ACOMPANHAMENTO CLÍNICO AMBULATORIAL PÓS-TRANSPLANTE DE CÓRNEA AVALIAÇÕES/ACOMPANHAMENTOS ACOMPANHAMENTO CLÍNICO AMBULATORIAL PÓS-TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA AVALIAÇÕES/ACOMPANHAMENTOS ACOMPANHAMENTO CLÍNICO AMBULATORIAL PÓS-TRANSPLANTE RENAL AVALIAÇÕES/ACOMPANHAMENTOS ACOMPANHAMENTO CLÍNICO DE TRANSPLANTE RENAL NO PERÍODO DE INTERNAÇÃO DO RECEPTOR E DO DOADOR AVALIAÇÕES/ACOMPANHAMENTOS AVALIAÇÃO CLÍNICA DIARIA ENTERAL E/OU PARENTERAL AVALIAÇÕES/ACOMPANHAMENTOS AVALIAÇÃO CLÍNICA E ELETRÔNICA DE PACIENTE PORTADOR DE MARCA-PASSO OU SINCRONIZADOR OU DESFIBRILADOR AVALIAÇÕES/ACOMPANHAMENTOS PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES HCO HSO HCO HSO HCO HSO HCO HSO PAC HCO HSO AMB HCO HSO 1 Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde - 2014 PROCEDIMENTO - Rol 2014 SUBGRUPO - Rol 2014 CARDIOVERSÃO ELÉTRICA COM ELETROCARDIOGRAMA AVALIAÇÕES/ACOMPANHAMENTOS CONTROLE DE BIOFILME DENTAL (PLACA BACTERIANA) AVALIAÇÕES/ACOMPANHAMENTOS FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTOS COLETORES E ADJUVANTES PARA COLOSTOMIA, ILEOSTOMIA E UROSTOMIA, SONDA VESICAL DE DEMORA E COLETOR DE URINA (COM PROTOCOLO DE UTILIZAÇÃO - PROUT) AVALIAÇÕES/ACOMPANHAMENTOS PROFILAXIA - POLIMENTO CORONÁRIO AVALIAÇÕES/ACOMPANHAMENTOS TERAPIA ANTINEOPLÁSICA ORAL PARA TRATAMENTO DO CÂNCER (COM DIRETRIZ AVALIAÇÕES/ACOMPANHAMENTOS DE UTILIZAÇÃO) CARDIOTOCOGRAFIA MONITORIZAÇÕES HOLTER DE 24 HORAS - 2 OU MAIS CANAIS - ANALÓGICO OU DIGITAL MONITORIZAÇÕES MONITORIZAÇÃO AMBULATORIAL DA PRESSÃO ARTERIAL - MAPA (24 HORAS) COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO MONITORIZAÇÕES MONITORIZAÇÃO DA PRESSÃO INTRACRANIANA MONITORIZAÇÕES MONITORIZAÇÃO HEMODINÂMICA INVASIVA OU NÃO INVASIVA MONITORIZAÇÕES MONITORIZAÇÃO NEUROFISIOLÓGICA INTRA-OPERATÓRIA MONITORIZAÇÕES POTENCIAL EVOCADO INTRA-OPERATÓRIO - MONITORIZAÇÃO CIRÚRGICA (PE/IO) MONITORIZAÇÕES TESTE DE INCLINAÇÃO ORTOSTÁTICA (TILT TEST) - COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO MONITORIZAÇÕES ADAPTAÇÃO E TREINAMENTO DE RECURSOS ÓPTICOS REABILITAÇÃO AMPUTAÇÃO (PREPARAÇÃO DO COTO E TREINAMENTO PROTÉTICO) REABILITAÇÃO BIOFEEDBACK COM EMG REABILITAÇÃO EXERCÍCIOS DE ORTÓPTICA REABILITAÇÃO INFILTRAÇÃO DE PONTO GATILHO OU AGULHAMENTO SECO REABILITAÇÃO REABILITACAO E REEDUCACAO DE SEQÜELAS EM TRAUMATISMOS E POLITRAUMATIZADOS REABILITAÇÃO REABILITAÇÃO LABIRÍNTICA REABILITAÇÃO REABILITAÇÃO PERINEAL/VESICO-URETRAL COM OU SEM BIOFEEDBACK REABILITAÇÃO REEDUACAÇÃO E REABILITAÇÃO DE QUEIMADOS PARA PREVENÇÃO DE SEQUELAS REABILITAÇÃO REEDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO CARDIOVASCULAR REABILITAÇÃO REEDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO DO SISTEMA LINFÁTICO E/OU VASCULAR PERIFÉRICO REEDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO DO SISTEMA MÚSCULO-ESQUELÉTICO POR DISTÚRBIOS CONGÊNITOS OU REUMÁTICOS REABILITAÇÃO REABILITAÇÃO GRUPO - Rol 2014 PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES OD AMB HCO HSO PAC DUT AMB HCO HSO OD PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES AMB HCO HSO OD AMB PAC DUT AMB HCO HSO AMB AMB DUT HCO HSO HCO HSO HCO HSO HCO HSO AMB HCO HSO PAC DUT AMB AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO 2 Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde - 2014 PROCEDIMENTO - Rol 2014 SUBGRUPO - Rol 2014 REEDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO NEUROLÓGICA REABILITAÇÃO REEDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO NEURO-MÚSCULO-ESQUELÉTICA REABILITAÇÃO REEDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO NO RETARDO DO DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR REABILITAÇÃO REEDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO RESPIRATÓRIA REABILITAÇÃO REEDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO TRAUMATO-ORTOPÉDICA (EXCLUI TÉCNICAS CINESIOTERÁPICAS ESPECÍFICAS) REABILITAÇÃO REEDUCAÇÃO E/OU REABILITAÇÃO DE DISTÚRBIOS CRÂNIO-FACIAIS REABILITAÇÃO REEDUCAÇÃO E/OU REABILITAÇÃO NOS PROCESSOS INFLAMATÓRIOS PÉLVICOS REABILITAÇÃO ACTINOTERAPIA TERAPÊUTICA APLICAÇÃO DE CARIOSTÁTICO (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) TERAPÊUTICA APLICAÇÃO DE HIPOSSENSIBILIZANTE TERAPÊUTICA APLICAÇÃO DE SELANTE (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) TERAPÊUTICA APLICAÇÃO TÓPICA DE FLÚOR TERAPÊUTICA BETATERAPIA TERAPÊUTICA CARDIOVERSÃO QUÍMICA DE ARRITMIA PAROXÍSTA TERAPÊUTICA CATETERISMO VESICAL TERAPÊUTICA CERUMEN - REMOÇÃO TERAPÊUTICA CRIOTERAPIA TERAPÊUTICA CURATIVOS EM GERAL COM OU SEM ANESTESIA TERAPÊUTICA DILATAÇÃO URETRAL TERAPÊUTICA DESSENSIBILIZAÇÃO DENTÁRIA TERAPÊUTICA ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA TRANSCUTÂNEA (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) TERAPÊUTICA FOTOTERAPIA COM UVA (PUVA) PARA TRATAMENTO DE PSORÍASE OU VITILIGO TERAPÊUTICA INSTILAÇÃO VESICAL OU URETRAL TERAPÊUTICA LESÕES MÚSCULO TENDINOSAS - TRATAMENTO INCRUENTO TERAPÊUTICA PLANEJAMENTO TÉCNICO DA IMUNOTERAPIA ALÉRGENO INESPECÍFICA TERAPÊUTICA GRUPO - Rol 2014 PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES OD AMB HCO HSO PAC DUT AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO OD DUT AMB HCO HSO OD DUT OD AMB HCO HSO PAC AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO OD AMB HCO HSO AMB DUT PAC AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO 3 Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde - 2014 PROCEDIMENTO - Rol 2014 SUBGRUPO - Rol 2014 PLANEJAMENTO TÉCNICO DA IMUNOTERAPIA ALÉRGENO-ESPECÍFICA TERAPÊUTICA PRIAPISMO - TRATAMENTO NÃO CIRÚRGICO TERAPÊUTICA PULSOTERAPIA TERAPÊUTICA OXIGENOTERAPIA HIPERBÁRICA (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) TERAPÊUTICA REDUÇÃO DE LUXAÇÃO DA ATM (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) TERAPÊUTICA REMINERALIZAÇÃO DENTÁRIA TERAPÊUTICA SESSÃO DE ACUPUNTURA TERAPÊUTICA SESSÃO DE PSICOTERAPIA (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) TERAPÊUTICA TERAPIA IMUNOBIOLÓGICA ENDOVENOSA PARA TRATAMENTO DE ARTRITE PSORIÁSICA, DOENÇA DE CROHN E ESPONDILITE ANQUILOSANTE (COM DIRETRIZ TERAPÊUTICA DE UTILIZAÇÃO) TERAPIA IMUNOBIOLÓGICA ENDOVENOSA OU SUBCUTÂNEA PARA TRATAMENTO DE ARTRITE REUMATÓIDE (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) TERAPÊUTICA TERAPIA INALATÓRIA (NEBULIZAÇÃO) TERAPÊUTICA TERAPIA ONCOLÓGICA - PLANEJAMENTO TERAPÊUTICA TERAPIA ONCOLÓGICA COM APLICAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA INTRACAVITÁRIA OU INTRATECAL TERAPIA ONCOLÓGICA COM APLICAÇÃO INTRA-ARTERIAL OU INTRAVENOSA DE MEDICAMENTOS TERAPÊUTICA TERAPÊUTICA TERAPIA ONCOLÓGICA MEDICAMENTOSA PEROPERATÓRIA TERAPÊUTICA APÊNDICE PRÉ-AURICULAR - RESSECÇÃO PROCEDIMENTOS AUTONOMIZAÇÃO DE RETALHO PROCEDIMENTOS BIÓPSIA DE FACE PROCEDIMENTOS BIÓPSIA DE PELE, TUMORES SUPERFICIAIS, TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, LINFONODO SUPERFICIAL, UNHA, ETC PROCEDIMENTOS CALOSIDADE E/OU MAL PERFURANTE - DESBASTAMENTO PROCEDIMENTOS CANTOPLASTIA UNGUEAL PROCEDIMENTOS CAUTERIZAÇÃO QUÍMICA PROCEDIMENTOS CIRURGIA DA HIDROSADENITE PROCEDIMENTOS CORREÇÃO CIRÚRGICA DE SEQUELAS DE ALOPECIA TRAUMÁTICA COM MICROENXERTOS PILOSOS PROCEDIMENTOS GRUPO - Rol 2014 PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PROCEDIMENTOS CLÍNICOS AMBULATORIAIS E HOSPITALARES PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS OD AMB HCO HSO PAC DUT AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO HCO HSO PAC DUT OD AMB HCO HSO DUT OD AMB AMB DUT AMB HCO HSO PAC DUT AMB HCO HSO PAC DUT AMB HCO HSO AMB HCO HSO PAC HCO HSO PAC AMB HCO HSO PAC HCO HSO PAC AMB HCO HSO HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO HCO HSO HCO HSO 4 Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde - 2014 PROCEDIMENTO - Rol 2014 SUBGRUPO - Rol 2014 CORREÇÃO DE DEFORMIDADES POR EXÉRESE DE TUMORES OU SEQÜELAS DE TRAUMATISMOS COM O EMPREGO DE EXPANSORES EM RETALHOS CUTÂNEOS, MUSCULARES E/OU MIOCUTÂNEOS PROCEDIMENTOS CRIOCIRURGIA (NITROGÊNIO LÍQUIDO) DE NEOPLASIAS CUTÂNEAS PROCEDIMENTOS CURATIVO DE QUEIMADURAS PROCEDIMENTOS CURATIVO ESPECIAL SOB ANESTESIA PROCEDIMENTOS CURETAGEM, ELETROCOAGULAÇÃO E/OU DERMOABRASÃO DE LESÕES DE PELE E PROCEDIMENTOS MUCOSAS DERMOLIPECTOMIA (COM DIRETRIZ DE UTILIZAÇÃO) PROCEDIMENTOS DESBRIDAMENTO CIRÚRGICO PROCEDIMENTOS DESBRIDAMENTO DE FERIMENTOS INFECTADOS E MORDIDAS DE ANIMAIS PROCEDIMENTOS ENXERTO DE CARTILAGEM, MUCOSA E/OU COMPOSTO PROCEDIMENTOS ENXERTO DE PELE MÚLTIPLO PROCEDIMENTOS ENXERTO OU HOMOENXERTO DE PELE PROCEDIMENTOS ESCALPO - TRATAMENTO CIRÚRGICO PROCEDIMENTOS ESCAROTOMIA DESCOMPRESSIVA PROCEDIMENTOS EXÉRESE DE HIGROMA CÍSTICO PROCEDIMENTOS EXÉRESE DE LESÃO COM AUTO-ENXERTIA PROCEDIMENTOS EXÉRESE DE LESÃO DE PELE E MUCOSAS PROCEDIMENTOS EXÉRESE DE TUMOR DE PARTES MOLES PROCEDIMENTOS EXÉRESE DE UNHA PROCEDIMENTOS EXÉRESE E SUTURA DE LESÕES COM OU SEM ROTAÇÃO DE RETALHOS PROCEDIMENTOS EXPANSÃO TISSULAR PROCEDIMENTOS EXTENSOS FERIMENTOS, CICATRIZES OU TUMORES - EXCISÃO E RETALHOS CUTÂNEOS EXTENSOS FERIMENTOS, CICATRIZES OU TUMORES - EXÉRESE E EMPREGO DE RETALHOS CUTÂNEOS OU MUSCULARES CRUZADOS EXTENSOS FERIMENTOS, CICATRIZES OU TUMORES - EXÉRESE E RETALHOS CUTÂNEOS EXTENSOS FERIMENTOS, CICATRIZES OU TUMORES - EXÉRESE E ROTAÇÃO DE RETALHO FASCIOCUTÂNEO OU AXIAL EXTENSOS FERIMENTOS, CICATRIZES OU TUMORES - EXÉRESE E ROTAÇÃO DE RETALHOS MIOCUTÂNEOS PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTOS GRUPO - Rol 2014 PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO, MUCOSAS E ANEXOS OD AMB HCO HSO PAC DUT HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO HCO HSO AMB HCO HSO HCO HSO DUT AMB HCO HSO AMB HCO HSO HCO HSO HCO HSO HCO HSO HCO HSO AMB HCO HSO HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO AMB HCO HSO HCO HSO HCO HSO HCO HSO HCO HSO HCO HSO HCO HSO 5

https://www.pdf-archive.com/2014/01/07/anexo-i-rol-2014/

07/01/2014 www.pdf-archive.com

Cadastro RF-2 98%

No rodapé da tela terá o link para o site da Receita Federal para realizar consultas diretamente no site.

https://www.pdf-archive.com/2012/11/16/cadastro-rf-2/

16/11/2012 www.pdf-archive.com

InstructivoHCEweb2 95%

14 Consultas ..................................................................................................................................................

https://www.pdf-archive.com/2017/08/29/instructivohceweb2/

29/08/2017 www.pdf-archive.com

Poster Final.. 91%

2013 2013-2015 Consultas USF Provas terapêuticas Pausa metformina (sem resultado) Terapêutica anti-espasmódica (sem melhoria) SUBJECTIVO • Dor no flanco/hipocôndrio direito, do tipo “moinha”, que persiste durante alguns dias.

https://www.pdf-archive.com/2017/06/08/poster-final/

08/06/2017 www.pdf-archive.com

07-FAQ CURSO ES 91%

8) Clases de Consulta Una vez por semana tendremos una clase para hablar y debatir temas del curso en total se destinan 2 clases exclusivamente para consultas, de todas formas durante el día a día del curso también se puede realizar consultas, generalmente se deja un espacio antes y después de la clase para eso.

https://www.pdf-archive.com/2016/10/04/07-faq-curso-es/

04/10/2016 www.pdf-archive.com

proyecto final 2015 91%

El primero es realizar todo el procesamiento en GPU, utilizando la CPU para despachar las consultas y obtener resultados.

https://www.pdf-archive.com/2017/12/13/proyecto-final-2015/

13/12/2017 www.pdf-archive.com

2.FTDP-F2 90%

Autorización para el Tratamiento de Datos Personales Codigo VERSIÓN:

https://www.pdf-archive.com/2017/02/14/2-ftdp-f2/

14/02/2017 www.pdf-archive.com

Politica de estado contra la violencia 89%

          República de Nicaragua Política de Estado contra la violencia hacia las mujeres, niñas, niños y adolescentes Comisión Nacional Interinstitucional de Lucha Contra la Violencia Hacia la Mujer 11/12/12    Contenido Presentación ..................................................................................................................... 3  Proceso de elaboración ....................................................................................................................... 3  Antecedentes .................................................................................................................... 5  Convenciones e instrumentos internacionales suscritos por Nicaragua ........................................ 6  Normativa nacional que sanciona la violencia hacia las mujeres y que protege los derechos de  las mismas ....................................................................................................................................... 8  Esfuerzos institucionales y de coordinación con la comunidad .................................................... 12  Plan Nacional de Desarrollo Humano – GRUN ................................................................................. 12  Marco de coordinaciones institucionales ......................................................................................... 13  Antecedentes en materia de atención, sanción y prevención. ......................................................... 15  Avances y retos ................................................................................................................................. 19  Estado de la situación de la violencia hacia la mujer ........................................................ 21  Condiciones de vida de la mujer en Nicaragua ............................................................................. 21  Percepciones y condiciones generales sobre la violencia hacia las mujeres– (INIDE ‐ ENDESA 2008)  .......................................................................................................................................................... 21  Estadística relativa a la investigación, denuncia y sanción. .......................................................... 23  Recepción de denuncias y detección de violencia hacia la mujer ..................................................... 23  La investigación, acusación y sanción de la violencia hacia la mujer ............................................... 27  Marco de referencia – Conceptual ................................................................................... 31  Principios ........................................................................................................................ 34  Enfoques ......................................................................................................................... 36  Contenidos de la Política ................................................................................................. 37  La Política ...................................................................................................................................... 37  Objetivos estratégicos ................................................................................................................... 37  Estrategia general.......................................................................................................................... 38  Instituciones corresponsables en la implementación de Política ................................................. 40  Integrantes de la Comisión Interinstitucional ................................................................................... 40  Organización de la Comisión ............................................................................................................ 40  Funciones de la Comisión .................................................................................................................. 40  Participación de las instituciones no gubernamentales. .................................................................. 41  Ejes estratégicos y líneas de acción ................................................................................. 42  Fuentes consultadas ........................................................................................................ 52  Anexos ............................................................................................................................ 54  Gráficos ......................................................................................................................................... 54  Tabla .............................................................................................................................................. 56      2      Presentación   La  presente  Política  de  Estado  contra  la  violencia  hacia  la  mujer,  niña,  niño  y  adolescentes  responde  a  la  voluntad  del  Estado  y  Gobierno  de  la  República  de  Nicaragua  expresado  en  su  Constitución y al mandato de la “Ley Integral Contra la Violencia hacia las Mujeres y de Reformas a  la  Ley  No.  641,  Código  Penal”  o  Ley  779,  definido  en  su  artículo  54,  de  elaborar  una  política  de  prevención, atención y protección para las mujeres, niñas, niños y adolescentes de la violencia.    En Julio de 2012, al constituirse la Comisión Nacional Interinstitucional contra la violencia hacia la  mujer,  el  Estado  de  Nicaragua  desarrolló  un  proceso  participativo  para  la  elaboración  de  la  presente Política de Estado.    La  Comisión, considerando  la  importancia  de  trabajar  por  la  erradicación  de  la  violencia  hacia  la  mujer, niña, niño y adolescente, define que la presente Política tenga carácter de Estado, en tanto  trasciende  los  períodos  de  gestión  de  gobierno  y  articula  a  los  Poderes  Ejecutivo,  Judicial  y  Legislativo en esta misión.    El proceso de elaboración de la Política participó más de quinientas personas a través de sesiones  de trabajo y consulta a nivel nacional, departamental y regional, contando con ello con una amplia  validación de sus enfoques, principios, objetivos, ejes y líneas de acción. Este proceso contó con la  participación  protagónica  en  la  facilitación  técnica  y  metodológica  de  las  Instituciones  que  componen la Comisión Nacional Interinstitucional contra la violencia hacia la  mujer, y  del  apoyo  del Fondo de Población de las Naciones Unidas.  Proceso de elaboración   El proceso de elaboración de la Política de Estado contra la violencia hacia la mujer, niña, niño y  adolescente  inicia  en  julio  del  corriente  año,  con  la  constitución  de  la  Comisión  Nacional  Interinstitucional Contra la Violencia Hacia la Mujer. Esta Comisión, compuesta por las titulares de  los ministerios, institutos y Poderes definidos por la Ley 779 (Arto. 51) designa en sus respectivos  técnicos  el  trabajo  de  análisis  y  consulta,  bajo  la  coordinación  de  la  Ministra  de  la  Familia,  Adolescencia y Niñez y del equipo técnico designado por esta.    El proceso partió de las normativas, conocimientos y experiencias de coordinación existentes para  reconocer los retos y necesidades a ser objeto de atención en la política. Para ello se definieron  instancias de coordinación y trabajo.    Instancias del proceso    El  Comité  Nacional  Interinstitucional  contra  la  violencia  hacia  la  mujer.  Conformado  por  las  autoridades  de  las  14  instituciones  que  la  ley  779  mandata  a  conformar  dicha  comisión.  Esta  instancia fue la responsable de aprobar los documentos borradores elaborados para la Política. El  Equipo técnico, compuesto por funcionarios especialistas de cada una de las instituciones partes  de  la  Comisión  Nacional  Interinstitucional.  El  equipo  técnico  fue  el  encargado  de  reflexionar  y  construir colectivamente los enfoques y énfasis de la Política, así como proporcionar información  3    especializada  para  el  análisis  de  contexto  y  revisar  los  documentos  elaborados  antes  de  ser  presentados a la Comisión Nacional Interinstitucional.     Finalmente se conformó un Equipo ejecutivo, el que fue responsable de dar seguimiento continuo  a los compromisos, enfoques e información para la formulación de la Política. El Equipo Ejecutivo  fue  conformado  por  representantes  voluntarias  de  la  Corte  Suprema  de  Justicia,  Ministerio  Público, Comisaría de la Mujer y Ministerio de la Familia.    En cada una de las instancias descritas el MIFAN tiene presencia y corresponsabilidad, tanto por su  titular como por sus técnicas delegadas.    Proceso de consulta    Definidos  los  enfoques  y  prioridades,  y  elaborado  un  primer  borrador  de  la  Política,  el  Equipo  Técnico propuso a la Comisión Nacional Interinstitucional, un proceso de consulta de la Política. La  consulta atendió los artículos 51, 53 de la Ley 779, en los que se indica la necesidad de escuchar  sugerencias y propuestas de instancias no gubernamentales, y a través de los cuales se contribuye  al desarrollo de una visión de responsabilidad compartida para trabajar contra la violencia hacia la  mujer, niña, niño y adolescentes.    La Consulta implicó:     Un taller nacional de formación a formadores, con técnicos especializados del Ministerio  de la Familia Adolescencia y Niñez.   16 Consultas a nivel departamental y en las Regiones Autónomas. En las que participaron  técnicos del Estado a nivel departamental y representantes de sociedad civil.   Una  consulta  en  Managua  con  representantes  del  movimiento  de  mujeres,  de  organizaciones de la sociedad civil que trabajan directamente en prevención y atención a  mujeres víctimas de violencia.        4      Antecedentes   La violencia hacia la mujer, niñas, niños y adolescentes en Nicaragua es un problema que afecta el  derecho a la vida, integridad, seguridad y libertad de las personas, con repercusiones directas en la  salud, el desarrollo social y económico, constituyendo un obstáculo para el  desarrollo humano y la  democracia. La violencia hacia la mujer es una forma de discriminación producto de la desigualdad  en  las  relaciones  de  género,  que  limita  el  disfrute  de  los  derechos  y  libertades  entre  hombre  y  mujeres.    Las  consecuencias  que  genera  el  fenómeno  de  la  violencia  hacia  la  mujer,  niñas,  niños  y  adolescentes  requieren  de  estrategias  que  expresen  la  voluntad  política  del  Estado  de  enfrentar  este  flagelo  con  acciones  que  garanticen  la  protección  de  los  derechos  de  las  mujeres  y  la  ampliación de oportunidades para su desarrollo humano.    Atendiendo  la  responsabilidad  de  proteger  y  tutelar  los  derechos  de  las  personas  víctimas  de  violencia,  la  Asamblea  Nacional  de    Nicaragua  aprobó  el  26  de  febrero  2012  la  Ley  779  “Ley  Integral  Contra  la  Violencia  hacia  las  Mujeres  y  de  Reformas  a  la  Ley  No.  641,  Código  Penal”,  la  cual fue sancionada por el Presidente de la República el  8 de marzo y puesta en vigencia el 22 de  junio  del  año  2012.  La  ley  “…tiene  por  objeto  actuar  contra  la  violencia  que  se  ejerce  hacia  las  mujeres,  con  el  propósito  de  proteger  los  derechos  humanos  de  las  mujeres  y  garantizarle  una  vida  libre  de  violencia,  que  favorezca  su  desarrollo  y  bienestar  conforme  a  los  principios  de  igualdad  y  no  discriminación…”  (Arto.  1.  Ley  779).  Esta  norma  establece  medidas  de  protección  integral, de prevención, para la sanción de la violencia hacia la mujer y la prestación de asistencia  a víctimas y sobrevivientes de violencia.    La Ley 779 crea la Comisión Nacional Interinstitucional de Lucha Contra la Violencia1 hacia la Mujer  y tiene el mandato de elaborar la política pública de prevención, protección, y atención para las  víctimas  de  violencia,  garantizando  un  enfoque  integral  que  prevea  coherencia  interinstitucional  en las acciones, así como articulación y coordinación de los actores, tanto institucionales como con  organizaciones sociales y  comunitarias.     La creación de la política pública de lucha contra la violencia hacia la mujer está fundamentada en  la  legislación  nacional  vigente,  que  garantiza  el  reconocimiento,  goce  y  disfrute  de  los  derechos  consignados  en  la  Constitución  Política  de  la  República  de  Nicaragua  y  en  los  instrumentos  internacionales  suscritos  por  el  Estado  de  Nicaragua,  en  especial  los  que  protegen  el  derecho  a  vivir  una  vida  libre  de  violencia  como  la  “Convención  Interamericana  para  Prevenir,  Sancionar  y  Erradicar la Violencia contra la Mujer” (Convención de Belém do Pará) y la “Convención sobre la                                                               1  Integrada por los titulares de las siguientes instituciones: Corte Suprema de Justicia, Comisión de Asuntos  de  la  Mujer,  Juventud,  Niñez  y  Familia  de  la  Asamblea  Nacional,  Procuraduría  Especial  de  la  Mujer  de  la  Procuraduría para La Defensa de los Derechos Humanos, Dirección de Comisaría de la Mujer y la Niñez de la  Policía Nacional, Dirección de Auxilio Judicial de la Policía Nacional, Ministerio Público, Defensoría Pública,  Instituto  de  Medicina  Legal,  Ministerio  de  Educación,  Ministerio  de  Salud,  Ministerio  de  la  Familia,  Adolescencia y  Niñez, Ministerio  del  Trabajo,  Instituto  Nicaragüenses  de  la  Mujer, y Sistema  Penitenciario  Nacional.  5   

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Consultas Publicar  Lunes 21 de Diciembre de 2015 - 11:17 AM Errores que un emprendedor no puede cometer en su negocio De acuerdo con la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal), cuatro de 10 negocios quiebran por problemas de administración.

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Se recibieron JULIO 2017 Quejas 39,53% Denuncias 9,30% 17 quejas 22 consultas 4 denuncias Consultas 51,16% DEFENSORÍA DEL PUEBLO -CIUDAD DE ZAPALA- Informe JULIO 2017 La Defensoría atendió 43 casos nuevos desde el 03/07/2017 al 31/07/2017.

https://www.pdf-archive.com/2017/09/18/informe-julio-17/

18/09/2017 www.pdf-archive.com