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Results for «escolas»:


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Jornal Gazeta do Carrer 97%

Há na cidade duas escolas com esse mesmo nome, a nossa Estadual e a outra municipal.

https://www.pdf-archive.com/2015/12/04/jornal-gazeta-do-carrer/

04/12/2015 www.pdf-archive.com

Briefing 96%

• • • Escolas Cervejeiras:

https://www.pdf-archive.com/2015/07/03/briefing/

03/07/2015 www.pdf-archive.com

educacao 2021 94%

Eles serão formados em escolas normais, designação que revela bem a lógica de homogeneização que prevalece na edificação dos grandes sistemas públicos de ensino.

https://www.pdf-archive.com/2012/12/14/educacao-2021/

14/12/2012 www.pdf-archive.com

Regulamento Interno AEA Maio2009 94%

Regulamento Interno Agrupamento de Escolas de Alvalade AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALVALADE MAIO DE 2009 1 Regulamento Interno Agrupamento de Escolas de Alvalade AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALVALADE 2 Regulamento Interno Agrupamento de Escolas de Alvalade INDÍCE Página INDICE 3 PREÂMBULO 6 CAPÍTULO I – DISPOSIÇÕES GERAIS 7 INTRODUÇÃO 8 Artº 1- OBJECTO e ÂMBITO de APLICAÇÃO 9 Artº 2 – CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 9 Artº3 – AUTONOMIA e INSTRUMENTOS DE AUTONOMIA 9 Artº 4 - PRINCÍPIOS ORIENTADORES DA ADMINISTRACÇÃO E GESTÃO DO AGRUPAMENTO 9 Artº 5 – CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO 10 Artº 5.1 – CONSTITUIÇÃO do AGRUPAMENTO 10 Artº 5.2- OFERTA EDUCATIVA 11 Artº 6 - REGIME DE FUNCIONAMENTO 11 CAPÍTULO II - ORGÃOS de ADMINSTRAÇÃO E GESTÃO ORGANOGRAMA – AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALVALADE SECÇÃO I - CONSELHO GERAL 13 14 15 Artº 7 - CONSELHO GERAL - DEFINIÇÃO 15 Artº 8 - COMPOSIÇÃO 15 Artº 9 – COMPETÊNCIAS 15 Artº 10 – FUNCIONAMENTO 16 Artº 11 – DESIGNAÇÃO DOS REPRESENTANTES 17 Artº 12- ELEIÇÕES - NORMAS do PROCESSO ELEITORAL (pessoal docente e não docente) 17 Artº 13 – MANDATOS 18 SECÇÃO II - DIRECTOR 19 Artº 14 – DIRECTOR - DEFINIÇÃO 19 Artº 15 - COMPETÊNCIAS DO DIRECTOR 19 Artº 16 – RECRUTAMENTO e ELEIÇÃO 20 Artº 17 - POSSE 20 Artº 18 - MANDATO 20 Artº 19 – SUBDIRECTOR E ADJUNTOS DO DIRECTOR 20 Artº 20 – MANDATO DO SUBDIRECTOR E ADJUNTOS DO DIRECTOR 21 Artº 21 – COMPETÊNCIAS DO SUBDIRECTOR E ADJUNTOS DO DIRECTOR 21 Artº 22 - ASSESSORIAS TÉCNICO-PEDAGÓGICAS À DIRECÇÃO EXECUTIVA 21 SECÇÃO III - CONSELHO PEDAGÓGICO 23 Artº 23 – CONSELHO PEDAGÓGICO - DEFINIÇÃO 23 Artº 24 - COMPOSIÇÃO 23 Artº 25 - COMPETÊNCIAS 24 Artº 26 - MANDATOS 25 Artº 27 – FUNCIONAMENTO 25 SECÇÃO IV - CONSELHO ADMINISTRATIVO 26 Artº 28 – CONSELHO ADMINISTRATIVO - DEFINIÇÃO 26 Artº 29 - COMPOSIÇÃO 26 3 Regulamento Interno Agrupamento de Escolas de Alvalade Artº 30 - COMPETÊNCIAS 26 Artº 31 - FUNCIONAMENTO 26 Artº 32 - MANDATOS 26 CAPÍTULO III - COORDENAÇÃO DE ESCOLA 27 Artº 33 – COORDENAÇÃO DE ESCOLA 28 Artº 34 - COMPETÊNCIAS 28 Artº 35 - MANDATO 29 CAPÍTULO IV - ESTRUTURAS DE ORIENTAÇÃO EDUCATIVA E SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE ENSINO ESPECIAL SECÇÃO I - ESTRUTURAS DE ORIENTAÇÃO EDUCATIVA 30 31 Artº 36 – ESTRUTURAS DE ORIENTAÇÃO EDUCATICA E FINALIDADES 31 Artº 37 - ARTICULAÇÃO e GESTÃO CURRICULAR 31 Artº 37.1 - NOMEAÇÃO E MANDATOS DOS COORDENADORES DAS ESTRUTURAS 31 Artº 37.2- COMPETÊNCIAS DO CONSELHO DE DOCENTES E DEPARTAMENTOS CURRICULARES 32 Artº 37.3 – COMPETÊNCIAS DOS COORDENADORES DO CONSELHO DE DOCENTES E DEPARTAMENTOS CURRICULARES 32 Artº 38 – COORDENADOR DE DISCIPLINA (2º e 3º ciclos) 33 Artº 39 - ORGANIZAÇÃO, ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE ACTIVIDADES A DESENVOLVER EM CONTEXTO DE SALA OU TURMA 33 Artº 39.1- COMPETÊNCIAS DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA 34 Artº 39.2 – COMPETÊNCIAS DOS PROFESSORES TITULARES DE TURMA / CONSELHO DE TURMA 34 Artº 39.3 – COMPETÊNCIAS, NOMEAÇÃO E MANDATO DO DIRECTOR DE TURMA 35 Artº 40 – COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA DE ANO E CICLO Artº 40.1 – FUNCIONAMENTO E COMPETÊNCIAS DOS CONSELHOS DE DOCENTES TITULARES DE TURMA 37 37 Artº 40.2 – COMPETÊNCIAS DO COORDENADOR DOS DIRECTORES DE TURMA Artº 43 - COORDENAÇÃO E COMPETÊNCIAS DO COORDENADOR DO CONSELHO DE DOCENTES TITULARES DE TURMA – COORDENADORES DE ANO E DE DOCENTES (1º ciclo) E CONSELHOS DE DIRECTORES DE TURMA 37 Artº 44 - CONSELHO DE ESCOLA 39 SECÇÃO II - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E SPO Artº 45 – DEFINIÇÃO E FINALIDADES SECÇÃO III - OUTROS SERVIÇOS DE APOIO ESCOLAR 38 40 40 41 Artº 46 - DEFINIÇÃO / COMPOSIÇÃO 41 Artº 47 - PLANO TECNOLOGICO DA EDUCAÇÃO (PTE) 41 Artº 48 - CENTROS DE RECURSOS EDUCATIVOS (CRE) / BIBLIOTECA 43 Artº 49 - GABINETE DE APOIO AO ALUNO (GAA) 49 SECÇÃO IV - AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS 50 Artº 50 - ORGANIZAÇÃO, ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DAS ACTIVIDADES DE TURMA 50 Artº 51 – TIPOS DE AVALIAÇÃO E INTERVENIENTES 50 Artº 52 - PROCESSO/DOSSIER INDIVIDUAL DO ALUNO (PIA / DIA) 54 Artº 53 - CRITÉRIOS DE RETENÇÃO 55 CAPÍTULO V - PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE EDUCATIVA SECÇÃO I - ALUNOS 57 58 Artº 54 - DIREITOS DOS ALUNOS 58 Artº 55 - DEVERES DOS ALUNOS 58 Artº 56 - ASSIDUIDADE 59 Artº 57 – DISCIPLINA 60 4 Regulamento Interno Agrupamento de Escolas de Alvalade Artº 58 – COMPETÊNCIAS PARA APLICAÇÃO DAS MEDIDAS DISCIPLINARES 60 Artº 59 – ACTIVIDADES DE OCUPAÇÃO DOS ALUNOS 60 Artº 60 – ACTIVIDADES DE INTEGRAÇÃO NA ESCOLA 61 Artº 61 – REALIZAÇÃO DE REUNIÕES DE TURMA 61 Artº 62 – RECONHECIMENTO À VALORIZAÇÃO E AO MÉRITO (2º e 3º ciclos) 63 SECÇÃO II - PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO 64 Artº 63 – DIREITOS DOS PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO 64 Artº 64 – DEVERES DOS PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO 64 Artº 65 - REPRESENTAÇÃO, INTERVENÇÃO E PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DOS ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO 65 SECÇÃO III -PESSOAL DOCENTE Artº 66 – DIREIROS E DEVERES DO PESSOAL DOCENTE SECÇÃO IV - PESSOAL NÃO DOCENTE DIREITOS E DEVERES DO PESSOAL NÃO DOCENTE Artº 67 – DIREITOS E DEVERES DO PESSOAL NÃO DOCENTE SECÇÃO V - AUTARQUIA Artº 68 – AUTARQUIA SECÇÃO VI - REPRESENTANTES DA COMUNIDADE LOCAL Artº 69 – REPRESENTANTES DA COMUNIDADE LOCAL CAPÍTULO VI - OUTRAS ESTRUTURAS E SERVIÇOS E RESPECTIVO FUNCIONAMENTO Artº 70 – OUTRAS ESTRUTURAS E SERVIÇOS E RESPECTIVO FUNCIONAMENTO CAPÍTULO VII - DISPOSIÇÕES COMUNS Artº 71 – DISPOSIÇÕES COMUNS CAPÍTULO VIII - DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS 67 67 68 68 69 69 70 70 71 72 73 74 77 SECÇÃO I - JARDINS DE INFÂNCIA 78 SECÇÃO II - ESCOLAS DO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO 80 CAPÍTULO IX - DISPOSIÇÕES FINAIS 82 NOTA FINAL 84 ANEXO I – LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA 85 5

https://www.pdf-archive.com/2012/03/13/regulamento-interno-aea-maio2009/

13/03/2012 www.pdf-archive.com

Técnico em Enfermagem 93%

Podem atuar ainda em domicílios ambulatórios de empresas, spas, asilos, creches, escolas e clubes.

https://www.pdf-archive.com/2016/12/16/tecnico-em-enfermagem/

16/12/2016 www.pdf-archive.com

I-EDITAL-FNA-2015-final-20-07 93%

Esta é a primeira edição do I Edital FNA, que foi idealizado como uma forma de ampliar as oportunidades de desenvolvimento educacional das creches e escolas comunitárias, em particular aquelas articuladas em torno da AEEC – Associação dos Educadores das Escolas Comunitárias da Bahia.

https://www.pdf-archive.com/2015/07/27/i-edital-fna-2015-final-20-07/

27/07/2015 www.pdf-archive.com

cartilhafinal web 89%

“nas escolas secundárias públicas e particulares associação de alunxs com objetivos políticos, culturais etc”.

https://www.pdf-archive.com/2014/03/27/cartilhafinal-web/

27/03/2014 www.pdf-archive.com

Biografia de Malala PDF 87%

Malala e seu pai encontraram mais dificuldades ainda, quando em 2007 um grupo paquistanês que fazia parte do Talibã, tomou o domínio da sua cidade, destruindo centenas de escolas e banindo as mulheres da vida social, proibindo que estas tivessem acesso à educação.

https://www.pdf-archive.com/2015/07/21/biografia-de-malala-pdf/

21/07/2015 www.pdf-archive.com

[EDITAL] I FESTIVAL ESTUDANTIL INTERMUNICIPAL DE DANÇA ( 87%

Por ser uma forma de saber e interagir com o mundo, a dança deve ocupar lugar de destaque nas escolas brasileiras.

https://www.pdf-archive.com/2017/08/07/edital-i-festival-estudantil-intermunicipal-de-dan-a/

07/08/2017 www.pdf-archive.com

resolucoes encontro brasilia 85%

Dias de mobilizações locais “Historiadores pela Democracia - Por um Brasil com direitos”, organizadas de forma articulada em todo o país, tendo como referência os debates sobre o projeto “Escola sem Partido” e outras questões que marcam retrocessos e riscos à garantia de direitos, com apoio às ocupações de escolas e MinC.

https://www.pdf-archive.com/2016/06/12/resolucoes-encontro-brasilia/

12/06/2016 www.pdf-archive.com

TEO book 20mai15 83%

téo logline sinopse Téo é um garoto curioso.

https://www.pdf-archive.com/2015/12/23/teo-book-20mai15/

23/12/2015 www.pdf-archive.com

lbdn 81%

LIVRO BRANCO de Defesa Nacional Brasil — 2012 _~ II ----------------------------------~ - - ,.lO Sumário MENSAGEM DA PRESIDENTA DA REPÚBLICA DO BRASIL APRESENTAÇÃO DO MINISTRO DA DEFESA 7 8 CAPÍTULO UM — O Estado brasileiro e a Defesa Nacional 11 PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ESTADO TERRITÓRIO POPULAÇÃO Evolução da população DEFESA NACIONAL 12 13 17 19 22 CAPÍTULO DOIS — O ambiente estratégico do século XXI CONTEXTUALIZAÇÃO DO AMBIENTE ESTRATÉGICO Sistema internacional Sistemas regionais Atlântico Sul TRATADOS E REGIMES INTERNACIONAIS COM REFLEXOS PARA A DEFESA Regimes internacionais de desarmamento e não proliferação Regimes internacionais do mar, Antártica e espaço exterior Regimes internacionais sobre meio ambiente POLÍTICAS EXTERNA E DE DEFESA CAPÍTULO TRÊS — A Defesa e o Instrumento Militar O MINISTÉRIO DA DEFESA Estrutura organizacional Conselho Militar de Defesa (CMiD) Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) Gabinete do Ministro da Defesa Assessoria de Planejamento Institucional (ASPLAN) Consultoria Jurídica (CONJUR) Secretaria de Controle Interno (CISET) Secretaria-Geral (SG) Secretaria de Organização Institucional (SEORI) Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto (SEPESD) Secretaria de Produtos de Defesa (SEPROD) Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM) Educação no âmbito da Defesa Escola Superior de Guerra (ESG) Instituto de Doutrina de Operações Conjuntas (IDOC) Instituto Pandiá Calógeras (IPC) Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB) 27 30 31 34 35 36 36 41 47 49 53 55 55 56 57 59 59 60 60 60 60 61 62 63 63 63 66 66 67 Setores estratégicos para a Defesa 68 O Setor Nuclear 68 O Setor Cibernético 69 O Setor Espacial 69 Sistemas de monitoramento e controle 71 Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz) 71 Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON) 72 Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) 72 Mobilização nacional 74 Sistema Nacional de Mobilização (SINAMOB) 74 Serviço militar 75 Sistema de Inteligência de Defesa (SINDE) 77 Marinha do Brasil 78 Missão 80 Organização e meios operativos 80 Capacidades 98 Visão estratégica e articulação 99 Educação — principais escolas 102 Instituições científicas e tecnológicas 105 Intercâmbio e cooperação com outros países 106 Mulheres na Marinha 109 Exército Brasileiro 111 Missão 112 Organização e meios operativos 113 Capacidades 121 Visão estratégica e articulação 122 Educação — principais escolas 125 Instituições científicas e tecnológicas 129 Intercâmbio e cooperação com outros países 129 Mulheres no Exército 131 Força Aérea Brasileira 133 Missão 134 Organização e meios operativos 135 Capacidades 143 Visão estratégica e articulação 144 Educação — principais escolas 147 Instituições científicas e tecnológicas 149 Intercâmbio e cooperação com outros países 150 Mulheres na Força Aérea 152 PRINCÍPIOS GERAIS DE EMPREGO DO INSTRUMENTO MILITAR 153 Condução estratégica das Forças 153 Doutrina de operações conjuntas 153 Teatro de operações (TO) 154 A interoperabilidade nas operações conjuntas 155 O emprego das Forças Armadas na garantia da lei e da ordem (GLO) 156 EXEMPLOS DE EMPREGO CONTEMPORÂNEO DO INSTRUMENTO MILITAR 157 A participação do Brasil nas grandes guerras mundiais 157 A participação do Brasil em missões de paz 160 Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem 163 CAPÍTULO QUATRO — Defesa e sociedade PROGRAMAS SOCIAIS DA DEFESA Projeto Soldado Cidadão Programa Calha Norte Programa Forças no Esporte O Projeto Rondon AÇÕES SUBSIDIÁRIAS E COMPLEMENTARES RELAÇÃO DA DEFESA COM OS PODERES CONSTITUÍDOS Defesa e Poder Executivo Defesa e Poder Legislativo Defesa e Poder Judiciário A DEFESA E OS DIREITOS HUMANOS A DEFESA E A LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO A DEFESA E A ACADEMIA O Programa Pró-Defesa Centros de estudos de política e estratégia Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) Congresso Acadêmico Outras iniciativas PESSOAL CIVIL NA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL DO MINISTÉRIO DA DEFESA A DEFESA E O DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL CAPÍTULO CINCO — A Transformação da Defesa 167 168 168 168 169 170 171 176 176 177 178 179 181 182 183 184 184 185 186 186 187 191 PLANO DE ARTICULAÇÃO E EQUIPAMENTO DE DEFESA (PAED) 192 Marinha do Brasil 192 Exército Brasileiro 197 Força Aérea Brasileira 201 A administração central do MD 207 Efeitos positivos da implantação do PAED 207 MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO 209 BASE INDUSTRIAL DE DEFESA (BID) 210 Ciência, tecnologia e inovação 217 CAPÍTULO SEIS — Economia da Defesa ORÇAMENTO DA DEFESA Regras gerais O processo orçamentário Princípios para o orçamento da Defesa Programas orçamentários da Defesa DEMONSTRATIVO DE GASTOS COM DEFESA Âmbito internacional Âmbito nacional 219 219 219 220 221 221 222 222 225 ANEXOS 234 APÊNDICE 256 Glossário 257 Índice de abreviaturas e siglas 263 Instituições envolvidas 271 Colaboradores 273

https://www.pdf-archive.com/2012/08/04/lbdn-1/

04/08/2012 www.pdf-archive.com

proposta de apoio 80%

Pela segundo ano, o evento traz uma proposta social de inclusão de estudantes de ensino médio de escolas públicas de Guaratinguetá.

https://www.pdf-archive.com/2017/08/22/proposta-de-apoio/

22/08/2017 www.pdf-archive.com