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WiFi-SIGMA - Funções e Aplicações 100%

WIFI­SIGMA      Monitoramento de ambientes industriais, comerciais e residenciais via WiFi      Introdução         No  Brasil  mais  de  95%  das empresas  tem desperdício  e descontrole no consumo  de energia  elétrica,  água,  gás,  etc.  Todo este desperdício é gerando pela cultura do  descontrole  e  do  não  monitoramento.  Infelizmente,  é  comum  nas  empresas  o  esquecimento  de  equipamentos  ligados,  indevidamente  durante  a  madrugada  ou  durante  horas  que  jamais  serão  utilizados.  É  comum   o  vazamento  de  água  em  torneiras  e  canos,  o  vazamento de ar­comprimido , de óleo e até o alto consumo em  equipamentos   de  refrigeração  (freezers  ,  câmaras  frias,  etc  )  devido  o  total  descontrole.  Pensando  nisto  a Rede  Industrial  acaba de  desenvolver sua placa de  monitoramento  de   ambientes  industriais,  comerciais  e  residenciais.  A  placa  WIFI­SIGMA.    A placa WIFI­SIGMA é dotada de  30 entradas para sinais digitais e analógicos    SUMÁRIO     1 ­ Aplicações  2 ­ Detalhamento das portas de entrada  3 ­ Especificações Técnicas  4 ­ Imagens , layout de funcionamento, diagramas em bloco  5 ­ Modelos dos sensores e esquemas de ligação  6 ­ Termo de garantia e dimensões      1 ­ APLICAÇÕES      A  ​ ​ placa de monitoramento  de  sinais  analógicos e digitais  WIFI­SIGMA,  possui  mais  de  ​ 30  (trinta)  ​ entradas  independentes  para  coleta  de  sinais  analógicos   e  digitais  com  transmissão  de  dados  via  WiFi.  Essas  características  fazem  com  que  a  placa  WIFI­SIGMA  tenha  grande  utilidade  e  vasta  aplicação   na  leitura e  monitoramento  de  sinais analógicos  e digitais  em quaisquer equipamentos  ou  sensores  que  gerem  sinal  analógicos  ou  digitais,  em  qualquer  empresa  e  de  qualquer  segmento.  A  placa  WIFI­SIGMA  é  dotada  de  circuitos  eletrônicos,  de  ultima  geração,  microcontrolados,  capazes  de  receber  a  informação  e  transmiti­la,  via  WiFi  ,  de  forma  a  registrar  diretamente  em  qualquer  banco  de  dados  as  informações  colhidas.  Ou  seja,  seus  processadores  internos  não  exigem  qualquer  tipo  de  software  externo  para  coleta  dos  dados  de  suas  entradas  analógicas  ou  digitais,  podendo  ser  integrada  a  qualquer  software  ERP  ou  de  gestão,  sem  a  necessidade de aplicativos para integração de ou coletas de dados.             A Placa WIFI­SIGMA pode ser aplicada da seguinte forma :    ● Monitoramento  do   funcionamento  e  tempos  de  funcionamento  de  qualquer  dispositivo elétrico com tensão de 110VAC ou 220VAC.  ● Leitura de Medidores de temperatura e umidade;  ● Leitura de Sensores de fim de curso;  ● Leitura de Sensores ópticos;  ● Leitura de Tacômetros;  ● Leitura de Contadores de peças;  ● Leitura de Sensores de efeito hall;  ● Monitoramento de consumo de água;  ● Monitoramento de velocidade de motores, etc;  ● Leitura de Medidores de vibração;  ● Leitura de Sensores de luminosidade;  ● Leitura de Sensores de corrente;  ● Monitoramento de Barômetros;  ● Leitura de Acelerômetros;  ● Leitura de Giroscópios;  ● Leitura de Sensores de pressão;  ● Medidores de consumo de energia;  ● Leitura de Decibelímetros;  ● Leitura de Detectores de gás GLP;  ● Leitura de Sensores magnéticos;  ● Leitura de Sensores indutivos;  ● Leitura de Sensores capacitivos.                        Aplicações do WIFI­SIGMA  em farmácias e hospitais              ​  As condições de estocagem, distribuição e transporte desempenham papel fundamental para a  manutenção dos padrões de qualidade dos medicamentos, por isso o controle de temperatura em  freezers e refrigeradores para armazenamento destes e outros produtos afins é frequente em hospitais  e laboratórios.          Estes produtos precisam de controle constante de temperatura para comprovação da conservação  dos mesmos. ​ Devido a  estrutura de muitos hospitais, com várias as farmácias e  estoque distribuído  fica geograficamente difícil o controle e o monitoramento manual do transporte e armazenamento  destes de forma a evitar perdas e graves problemas com medicamentos estragados por excesso ou  falta de umidade e temperatura no transporte e nos freezers  distribuídos entre as unidades. Devido a  esta realidade a aplicação de um sistema de monitoramento e registro de temperatura que possa  centralizar todas as informações em um único local para acompanhamento , monitoramento e  registro  de forma a informar imediatamente aos responsáveis qualquer problema, é vital e essencial . Além da  necessidade de monitoramento centralizado, outros fatores levam qualquer Hospital a adotar uma  solução de monitoramento. São elas :     ­ Controle eficaz do monitoramento da temperatura de refrigeradores e freezers;   ­ Evitar perda de medicação e custos financeiros;   ­ Atender ao cliente final ou ao usuário do hospital com qualidade, segurança do paciente;   ­ Assegurar que as medições estejam dentro dos padrões necessários.                A primeira etapa do processo de monitoramento visa o monitoramento das  farmácias, do  estoque central e dos freezers, de forma wifi garantindo assim o acompanhamento minuto a minuto  durante 24 horas , nos 365 dias do ano a fim de garantir a padronização da umidade , temperatura e  energização de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos que armazenam remédios, sangues,  próteses , instrumentos cirúrgicos.               Após o processo de implantação e treinamento das pessoas responsáveis pelo processo, o  sistema WIFI­SIGMA permite  detectar anomalias no funcionamento dos equipamentos monitorados,  bem como permitiu evitar perdas com falta de energia.              Dentre as principais funcionalidades utilizadas pelos usuários, destaca­se :                      1) A visualização de status em tempo real de temperatura dos refrigeradores e freezers;                   2) A visualização do gráfico de temperatura ao longo do período monitorado;                  3) Visualização de alertas.            ​ 2 ­ DETALHAMENTO DAS PORTAS DE ENTRADAS     ● 16 Entradas (NA):  ○ Com  16  entradas  disponíveis,  essa  função  permite  que  o  cliente  monitore  até  16  dispositivos (ligado ou desligado), através de sinais da  alimentação  desse  dispositivo,  que  podem  ser  tanto  de  110V​ RMS  quanto  de 220V​ RMS. ​ Com isso, pode­se obter informações sobre tempo  de trabalho de  máquina,  tendo disponíveis relatórios e diagnósticos de  parada.    ● 9 Entradas digitais:  ○ Com  essa  função,  o  cliente  consegue  conectar  ao  sistema  até  9  sensores  que  forneçam  dados  digitais.  Aqui  pode­se  citar  diversas  aplicações,  como  medidores  de  temperatura  e  umidade; sensores de  fim  de  curso;  sensores  ópticos,  com  aplicações  em  tacômetros  e  contadores de peças; sensores de efeito hall, que podem ser aplicados  em  monitoramento  de  consumo  de  água,   monitoramento  de  velocidade de motores, etc.    ● 1 Porta para I²C:  ○ O  protocolo  I²C  se  resume  em  uma  comunicação  mestre­escravo,  onde um mestre pode controlar até 127  escravos. O WIFI­SIGMA pode  atuar  como  mestre  numa   comunicação  I²C,  se  comunicando  com  diversos  dispositivos.  Com   esse  protocolo,  é  possível  monitorar  diversos  tipos  de  sensores  que  já  possuem  compatibilidade  com  I²C,  como: medidores  de  vibração,  sensores de luminosidade, sensores de  corrente, barômetros, acelerômetros, giroscópios, etc.      ● 6 Entradas para sinal analógico:  ○ Com as 6 entradas analógicas disponíveis no projeto, pode­se receber  dados de  sensores  com padrão  de  4  a  20mA,  0  a  5V ou  0  a  10V. Por  hardware,  o  cliente  consegue  configurar  o  padrão  dessas  entradas   conforme  o  sensor.  Aqui  também  são  diversas  aplicações,  como  sensores  de  pressão,  medidores  de  consumo   de  energia,  decibelímetros,  detectores  de  gás  GLP,  e  demais  aplicações  envolvendo sensores magnéticos, indutivos, etc.    3 ­ ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS    Características elétricas:  ● Tensão de alimentação: entre 5 e 12Vdc.  ● Corrente de alimentação: 500mA.  ● Temperatura de operação: ­40ºC a +85ºC.    Especificações da comunicação sem fio (WiFi):  ● Protocolos WiFi compatíveis: 802.11 b/g/n: 

https://www.pdf-archive.com/2016/03/15/wifi-sigma-func-es-e-aplicac-es/

15/03/2016 www.pdf-archive.com

CVADRIANO E. GRIEBEL 88%

Monitoramento de ambientes UNIX, LINUX e WINDOWS.

https://www.pdf-archive.com/2016/04/26/cvadriano-e-griebel/

26/04/2016 www.pdf-archive.com

AL - Alerta Cemaden 622 PR 140608 - Atualização 0 88%

O monitoramento e os alertas do Cemaden utilizam as seguintes fontes de informação:

https://www.pdf-archive.com/2014/07/04/al-alerta-cemaden-622-pr-140608-atualizac-o-0/

04/07/2014 www.pdf-archive.com

EIA - Volume I 76%

BRT METROPOLITANO PERIMETRAL ALTO TIETÊ EIA - Estudo de Impacto Ambiental VOLUME I Índice Geral VOLUME I 1 1.1 1.2 2 2.1 2.2 3 3.1 3.2 3.2.1 3.2.2 3.2.3 3.2.4 3.2.5 3.2.6 3.2.7 3.2.8 3.2.9 3.2.10 3.2.11 3.2.12 3.3 3.3.1 3.3.2 3.3.3 3.3.4 4 4.1.1 4.1.2 5 6 6.1 6.2 6.2.1 6.2.2 6.2.3 6.3 6.3.1 6.3.2 7 7.1 7.2 7.2.1 7.2.2 7.3 7.3.1 7.3.2 7.3.3 7.4 7.4.1 7.4.2 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR E DA EMPRESA DE CONSULTORIA Identificação do Empreendedor Identificação da empresa responsável pela elaboração do EIA / Rima INTRODUÇÃO Objeto do licenciamento Breve histórico do empreendimento LEGISLAÇÃO INCIDENTE Contextualização Institucional Contextualização da Legislação Ambiental Incidente Licenciamento Ambiental Unidades de Conservação e Outras Áreas Protegidas Supressão, Recomposição ou Proteção de Vegetação Proteção da Fauna Patrimônio Cultural Poluição do Solo e Subsolo / Áreas Contaminadas Poluição Atmosférica Poluição Sonora (Níveis de Ruídos e Vibrações) Recursos Hídricos (Qualidade das Águas / Outorgas) Desapropriações e Reassentamentos Uso do Solo Urbano e Subsolo Municipal Gerenciamento dos Resíduos da Construção Civil Contextualização da Legislação Municipal / Plano Diretor Municipal Município de Arujá Município de Poá Município de Itaquaquecetuba Município de Ferraz de Vasconcelos COMPATIBILIDADE COM AS POLÍTICAS PÚBLICAS, PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS CO LOCALIZADOS Esfera Estadual Esfera Municipal HISTÓRICO DO PROCESSO DE LICENCIAMENTO JUSTIFICATIVA DO EMPREENDIMENTO E AS ALTERNATIVAS ESTUDADAS As Justificativas para a Implantação do Empreendimento As Justificativas da Alternativa Tecnológica Adotada A Concepção Funcional do BRT O Modelo Tecnológico do BRT O Processo de Escolha da Tecnologia Veicular As Justificativas da Alternativa Locacional e de Traçado Considerações Gerais A Proposta Inicial do Corredor / BRT no âmbito do Programa Metropolitano de Corredores (PCM) CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Localização Referencial do Empreendimento e Inserção Urbana Descrição do Empreendimento Características Gerais das Diretrizes do Traçado Concepção Física da Infraestrutura do Corredor / BRT Alto Tietê Características Gerais da Implantação do Empreendimento Estudos de Demanda Desafetação de Áreas Obras, Serviços Gerais e Infraestrutura de Apoio às Obras Características Gerais da Operação do Empreendimento Sistemas de Transporte Inteligentes (ITS) Circulação Viária (Plano Funcional) CONSÓRCIO PROJETO BRT ARUJÁ ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL – EIA BRT Metropolitano Perimetral Alto Tietê 2 2 2 3 4 5 7 7 10 11 12 14 15 16 18 21 22 24 26 27 28 28 28 32 36 38 41 41 48 53 55 55 56 56 59 68 70 70 71 80 80 82 82 113 133 133 136 137 141 142 142 7.4.3 7.4.4 7.5 8 8.1 8.2 8.3 A Concepção dos Veículos que poderão ser Utilizados no BRT O Modelo Espacial e de Integração do BRT Custos Estimados, Cronograma e Mão de Obra DELIMITAÇÃO DAS ÁREAS DE INFLUÊNCIA Área de Influência Indireta (AlI) Área de Influência Direta (AlD) Área Diretamente Afetada (ADA) 150 155 157 158 158 159 159 VOLUME II 9 9.1 9.1.1 9.1.2 9.1.3 9.1.4 9.1.5 9.1.6 9.1.7 9.1.8 9.1.9 9.1.10 DIAGNÓSTICO AMBIENTAL Caracterização e Análise do Meio Físico Aspectos Climáticos e das Condições Meteorológicas Qualidade do Ar Níveis de Ruídos e Vibrações Aspectos Geomorfológicos e Morfométricos Aspectos Pedológicos Aspectos Geológicos Aspectos Geotécnicos Recursos Hídricos Superficiais Recursos Hídricos Subterrâneos Passivos Ambientais / Áreas Contaminadas 162 162 162 166 175 296 305 310 316 326 349 359 VOLUME III 9.2 9.2.1 9.2.2 9.2.3 Caracterização e Análise do Meio Biótico Flora Fauna Unidades de Conservação e Outras Áreas Protegidas 529 529 760 803 VOLUME IV 9.3 9.3.1 9.3.1.1 9.3.1.2 9.3.1.3 9.3.1.4 9.3.1.5 9.3.1.6 9.3.1.7 9.3.2 9.3.2.1 9.3.2.2 9.3.2.3 9.3.2.4 9.3.2.5 9.3.2.6 9.3.2.7 9.3.2.8 9.3.2.9 9.3.3 9.3.3.1 10 10.1 10.1.1 10.1.2 10.1.3 Caracterização e Análise do Meio Socioeconômico Área de Influência Indireta (AII) Dinâmica Demográfica Condições de Moradia / Aglomerados Subnormais Estrutura Etária da População Perfil Econômico Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM Uso e Ocupação do Solo Sistema Viário e de Transporte Área de Influência Direta (AID) Dinâmica Demográfica Perfil Econômico Qualidade de Vida Uso e Ocupação do Solo Sistemas Viário, de Transporte e de Circulação Paisagem Urbana Estrutura Urbana Reivindicações Sociais Patrimônio Arqueológico e Bens Tombados Área Diretamente Afetada (ADA) Áreas Passíveis de Desapropriação IDENTIFICAÇÃO, PREVISÃO E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS E PROPOSIÇÃO DAS RESPECTIVAS MEDIDAS / AÇÕES DE CONTROLE Referencial Metodológico Fatores e Ações Geradoras de Impactos Ambientais Atributos de Avaliação de Impactos Ambientais Medidas e Ações de Controle Ambiental CONSÓRCIO PROJETO BRT ARUJÁ ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL – EIA BRT Metropolitano Perimetral Alto Tietê 827 827 827 832 835 839 847 851 861 867 867 875 884 896 950 957 965 975 983 989 989 1019 1019 1019 1020 1021 10.2 10.2.1 10.2.2 10.3 10.3.1 10.3.2 10.3.3 10.3.4 10.3.5 10.3.6 10.3.7 10.3.8 10.3.9 10.3.10 10.3.11 10.3.12 10.3.13 10.3.14 10.3.15 10.3.16 10.3.17 10.3.18 10.3.19 10.3.20 10.4 10.4.1 10.4.2 10.4.3 10.5 10.5.1 11 11.1 11.2 11.2.1 11.2.2 11.2.3 11.2.4 11.2.5 11.2.6 11.2.6.1 11.2.2.2 11.2.6.3 11.2.6.4 11.2.7 11.2.7.1 Impactos na “Fase de Planejamento” do Empreendimento Geração de ansiedade e insegurança na população da AID e ADA Geração de expectativa da população da AII e AID Impactos na “fase de implantação” do empreendimento (ou nas fases de “Implantação e Operação”) Alteração pontual dos níveis da qualidade do ar, decorrente do aumento da concentração de material particulado em suspensão, de poeiras e da emissão de gases veiculares Alteração pontual dos níveis de ruídos Deflagração de novos processos de dinâmica superficial e de aporte de sedimentos nos corpos hídricos Alteração dos padrões de qualidade do solo, das águas superficiais e subterrâneas Ocorrência de vibrações induzidas no solo, de recalques e/ou de abalos estruturais nas construções / edificações situadas em áreas vizinhas à faixa lindeira do empreendimento Interferências das obras em áreas potencial ou comprovadamente contaminadas Supressão de vegetação / interferência em APP Perda de cobertura vegetal / intervenção em fragmentos vegetais inseridos em Unidades de Conservação Interferências com fauna silvestre Impacto social pelo processo de desapropriação / desocupação de imóveis residenciais e comerciais Alterações na fluidez / mobilidade do trânsito e riscos de acidentes decorrentes da readequação do sistema viário nas proximidades do empreendimento Interrupções temporárias dos serviços básicos de infraestrutura urbana Aumento da arrecadação tributária Geração de empregos Riscos de impactos nas condições de saúde e segurança ocupacional dos trabalhadores das obras do BRT Indução à alteração do uso e ocupação do solo na ADA e AID Alteração da paisagem da ADA e AID Incremento da ação do mercado imobiliário e oscilação do valor dos imóveis Riscos de interferência e descaracterização do patrimônio histórico, cultural e arquitetônico Riscos de remobilização, soterramento e destruição parcial ou total de sítios arqueológicos IMPACTOS NA “FASE DE OPERAÇÃO” DO EMPREENDIMENTO Benefícios socioambientais, diretos e indiretos, para as populações residentes na AID e ADA Possibilidade de aumento de renda da população da AID Readequação do sistema de transporte público na AII e AID SÍNTESE DA AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS Balanço Geral dos Impactos PLANOS E PROGRAMAS AMBIENTAIS Plano de Gestão Ambiental do Empreendimento - PGA Plano de Controle Ambiental das Obras - PCA Programa de Monitoramento da Qualidade do Ar Programa de Monitoramento dos Níveis de Ruídos Programa de Monitoramento de Recalques Programa de Gerenciamento de Áreas Contaminadas Programa de Gerenciamento de Material Excedente Programa de Gerenciamento de Resíduos Subprograma de Controle de Resíduos da Construção Civil e de Material de Demolição Subprograma de Controle e Gerenciamento de Resíduos Perigosos Subprograma de Controle e Gerenciamento de Produtos Químicos Subprograma de Gerenciamento de Efluentes Líquidos Programa de Educação Ambiental Subprograma de Controle Ambiental das Condições de Saúde e Segurança Ocupacional CONSÓRCIO PROJETO BRT ARUJÁ ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL – EIA BRT Metropolitano Perimetral Alto Tietê 1022 1022 1023 1024 1024 1029 1031 1033 1035 1036 1039 1041 1043 1046 1047 1048 1050 1051 1052 1054 1055 1056 1058 1059 1059 1061 1062 1063 1070 1071 1071 1078 1079 1081 1084 1087 1090 1092 1095 1097 1098 1099 1100 1104 11.2.8 11.2.9 11.2.10 11.3 11.3.1 11.3.2 11.4 11.5 11.5.1 11.5.2 11.6 11.6.1 11.6.1.1 11.6.2 12 13 13.1 13.2 14 15 15.1 15.2 15.3 15.4 15.5 15.6 16 17 Programa de Controle de Processos Erosivos e de Assoreamento Programa de Controle de Tráfego Programa de Paisagismo e Reurbanização Plano de Manejo Arbóreo Programa de Controle da Supressão de Vegetação Programa de Monitoramento da Avifauna Plano de Comunicação Social Plano de Acompanhamento do Processo de Desapropriação e de Apoio à População Atendida por Programas Sociais Programa de Cadastramento e Avaliação dos Imóveis Afetados Programa de Acompanhamento das Indenizações e Apoio à População Afetada Plano de Gestão do Patrimônio Histórico, Cultural-Edificado e Arqueológico Programa de Arqueologia Preventiva Subprograma de Educação Patrimonial Programa de Inventariação do Patrimônio Histórico-Cultural Edificado PROGRAMA DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL (SNUC) PROGNÓSTICO DA QUALIDADE AMBIENTAL FUTURA Prognóstico das Condições Emergentes “sem” a Implantação do BRT Alto Tietê (Alternativa “Zero”) Prognóstico das Condições Emergentes “com” a Implantação do BRT Alto Tietê CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Para os temas relacionados à caracterização do Meio Físico Para os temas relacionados à caracterização dos Passivos Ambientais Para os temas relacionados à caracterização do Meio Biótico Para os temas relacionados à caracterização do Plano de Compensação Ambiental (PCA) Para os temas relacionados à caracterização do Meio Socioeconômico Para os temas relacionados à caracterização do Patrimônio Histórico, Cultural e Arqueológico EQUIPE TÉCNICA ANEXOS CONSÓRCIO PROJETO BRT ARUJÁ ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL – EIA BRT Metropolitano Perimetral Alto Tietê 1106 1108 1111 1112 1114 1116 1118 1121 1140 1141 1142 1144 1146 1146 1148 1149 1149 1151 1154 1157 1157 1159 1159 1163 1163 1165 1169 1172

https://www.pdf-archive.com/2017/12/19/eia-volume-i/

19/12/2017 www.pdf-archive.com

lbdn 70%

LIVRO BRANCO de Defesa Nacional Brasil — 2012 _~ II ----------------------------------~ - - ,.lO Sumário MENSAGEM DA PRESIDENTA DA REPÚBLICA DO BRASIL APRESENTAÇÃO DO MINISTRO DA DEFESA 7 8 CAPÍTULO UM — O Estado brasileiro e a Defesa Nacional 11 PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ESTADO TERRITÓRIO POPULAÇÃO Evolução da população DEFESA NACIONAL 12 13 17 19 22 CAPÍTULO DOIS — O ambiente estratégico do século XXI CONTEXTUALIZAÇÃO DO AMBIENTE ESTRATÉGICO Sistema internacional Sistemas regionais Atlântico Sul TRATADOS E REGIMES INTERNACIONAIS COM REFLEXOS PARA A DEFESA Regimes internacionais de desarmamento e não proliferação Regimes internacionais do mar, Antártica e espaço exterior Regimes internacionais sobre meio ambiente POLÍTICAS EXTERNA E DE DEFESA CAPÍTULO TRÊS — A Defesa e o Instrumento Militar O MINISTÉRIO DA DEFESA Estrutura organizacional Conselho Militar de Defesa (CMiD) Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) Gabinete do Ministro da Defesa Assessoria de Planejamento Institucional (ASPLAN) Consultoria Jurídica (CONJUR) Secretaria de Controle Interno (CISET) Secretaria-Geral (SG) Secretaria de Organização Institucional (SEORI) Secretaria de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto (SEPESD) Secretaria de Produtos de Defesa (SEPROD) Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM) Educação no âmbito da Defesa Escola Superior de Guerra (ESG) Instituto de Doutrina de Operações Conjuntas (IDOC) Instituto Pandiá Calógeras (IPC) Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB) 27 30 31 34 35 36 36 41 47 49 53 55 55 56 57 59 59 60 60 60 60 61 62 63 63 63 66 66 67 Setores estratégicos para a Defesa 68 O Setor Nuclear 68 O Setor Cibernético 69 O Setor Espacial 69 Sistemas de monitoramento e controle 71 Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz) 71 Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON) 72 Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) 72 Mobilização nacional 74 Sistema Nacional de Mobilização (SINAMOB) 74 Serviço militar 75 Sistema de Inteligência de Defesa (SINDE) 77 Marinha do Brasil 78 Missão 80 Organização e meios operativos 80 Capacidades 98 Visão estratégica e articulação 99 Educação — principais escolas 102 Instituições científicas e tecnológicas 105 Intercâmbio e cooperação com outros países 106 Mulheres na Marinha 109 Exército Brasileiro 111 Missão 112 Organização e meios operativos 113 Capacidades 121 Visão estratégica e articulação 122 Educação — principais escolas 125 Instituições científicas e tecnológicas 129 Intercâmbio e cooperação com outros países 129 Mulheres no Exército 131 Força Aérea Brasileira 133 Missão 134 Organização e meios operativos 135 Capacidades 143 Visão estratégica e articulação 144 Educação — principais escolas 147 Instituições científicas e tecnológicas 149 Intercâmbio e cooperação com outros países 150 Mulheres na Força Aérea 152 PRINCÍPIOS GERAIS DE EMPREGO DO INSTRUMENTO MILITAR 153 Condução estratégica das Forças 153 Doutrina de operações conjuntas 153 Teatro de operações (TO) 154 A interoperabilidade nas operações conjuntas 155 O emprego das Forças Armadas na garantia da lei e da ordem (GLO) 156 EXEMPLOS DE EMPREGO CONTEMPORÂNEO DO INSTRUMENTO MILITAR 157 A participação do Brasil nas grandes guerras mundiais 157 A participação do Brasil em missões de paz 160 Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem 163 CAPÍTULO QUATRO — Defesa e sociedade PROGRAMAS SOCIAIS DA DEFESA Projeto Soldado Cidadão Programa Calha Norte Programa Forças no Esporte O Projeto Rondon AÇÕES SUBSIDIÁRIAS E COMPLEMENTARES RELAÇÃO DA DEFESA COM OS PODERES CONSTITUÍDOS Defesa e Poder Executivo Defesa e Poder Legislativo Defesa e Poder Judiciário A DEFESA E OS DIREITOS HUMANOS A DEFESA E A LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO A DEFESA E A ACADEMIA O Programa Pró-Defesa Centros de estudos de política e estratégia Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) Congresso Acadêmico Outras iniciativas PESSOAL CIVIL NA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL DO MINISTÉRIO DA DEFESA A DEFESA E O DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL CAPÍTULO CINCO — A Transformação da Defesa 167 168 168 168 169 170 171 176 176 177 178 179 181 182 183 184 184 185 186 186 187 191 PLANO DE ARTICULAÇÃO E EQUIPAMENTO DE DEFESA (PAED) 192 Marinha do Brasil 192 Exército Brasileiro 197 Força Aérea Brasileira 201 A administração central do MD 207 Efeitos positivos da implantação do PAED 207 MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO 209 BASE INDUSTRIAL DE DEFESA (BID) 210 Ciência, tecnologia e inovação 217 CAPÍTULO SEIS — Economia da Defesa ORÇAMENTO DA DEFESA Regras gerais O processo orçamentário Princípios para o orçamento da Defesa Programas orçamentários da Defesa DEMONSTRATIVO DE GASTOS COM DEFESA Âmbito internacional Âmbito nacional 219 219 219 220 221 221 222 222 225 ANEXOS 234 APÊNDICE 256 Glossário 257 Índice de abreviaturas e siglas 263 Instituições envolvidas 271 Colaboradores 273

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04/08/2012 www.pdf-archive.com

Ata Dez 12 69%

Internet com segurança 24h com monitoramento – câmeras restritas (portaria e campinho ) – acesso apenas a membros da diretoria;

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13/10/2013 www.pdf-archive.com

ft-857dportugues-100109182604-phpapp01-120329105141-phpapp02 65%

2 ÍNDICE Introdução Especificações Acessórios e Opções Instalações Inspeção Preliminar Dicas de Instalação Informações Sobre Segurança Instalando Painel Frontal e Microfone Conexões de Alimentação Aterramento Aterramento de Estação Móvel Aterramento de Estação Base Considerações Sobre Antenas Instalações de Antenas Móveis Instalações de Antenas em Estações Bases Exposição ao Campo de RF Compatibilidade Eletromagnética Aquecimento e Ventilação Interfaceamento de Amplificador Linear Conexões de Manipulador/Chave de CW Acessórios para Recepção (Gravador de Fitas, etc.) Ajustando os Pés Frontais 05 06 08 09 09 09 09 10 11 13 13 14 14 15 16 17 18 18 18 20 21 21 Teclas e Controles do Painel Frontal 22 Detalhes de Teclas Multi-Funções 26 Display de Cristal Liquido 34 Conectores do Painel Traseiro 35 Operações 37 Ligando e Desligando o Transceptor Selecionando a Banda de Operação Selecionando um Modo Ajustando o Volume do Áudio Início Rápido de Menu Ajustando o Silenciador e o Ganho de RF Ajustando a Freqüência de Operação Mudando a Velocidade do Dial Sistema de VFO Sobreposto Operando na Banda de 5 MHz (Somente na Versão dos EUA) Acessórios para Recepção Travando os Controles do Painel Frontal Clarificador (Sintonia Incremental de Recepção) Desvio de FI (IF Shift) AGC (Controle Automático de Ganho) Redutor de Ruídos IPO (Otimização de Ponto de Interceptação) ATT (Atenuador de Circuito de Entrada de Radiofreqüência) Filtro DSP Passa-Banda (DBP) Filtro DSP de Pico de CW (DBF) Redução de Ruídos de DSP (DNR) 37 37 39 39 39 40 41 41 42 42 42 42 44 46 47 47 47 48 48 49 49 3 Filtro de Corte de DSP (DNF) Operando o Sintonizador de AM/FM Desligamento Automático (APO) Operações para Transmissão Transmissão em SSB/AM Operação/Ajuste Básico Operando com VOX Operando com Processador de Voz de AF Equalizador de Microfone do Sistema DSP Transmissão em CW Chave Simples/Equipamento Externo de Manipulação Usando o Manipulador Eletrônico Embutido Transmissão em FM Operação/Ajuste Básico Operando Via Repetidora Varredura em Busca de Tom Operação de DCS Varredura do Sistema DCS Operando em Tom Split (Split Tone) Operação de ARTS™ Configuração do Identificador de CW Operação em Modo Digital (AFSK em SSB) Operação em RTTY (Radioteletipo) Operação em PSK31 Modos Digitais Definidos pelo Usuário (USER) Operando em Rádio-Pacote (1200/9600 bps, FM) Monitoramento de Fax Meteorológico Temporizador de Chamadas Operando em Freqüência Split Operando com ATAS-100/-120 Sintonia Automática Sintonia Manual Dicas para Operação do ATAS-100/-120 Acoplador de Antena Automático FC-30 Sistema de Memória do Acoplador de Antena Operações de Memórias Canais QMB (Banco de Memória Rápida) Operação de Memória em Canal de Memória “Regular” Armazenamento em Memória Normal Armazenamento de Freqüência Split em Memória Rechamada de Canal de Memória Mascarando (“Escondendo”) uma Memória Operação em Memórias de Canal Favorito Etiquetando Memórias Após Programação de Dado de Canal Monitoramento de Espectro de Rádio Busca Inteligente Operações de Varreduras Características de Varredura Operação de Varredura Opções para Continuação de Varredura Programando a Varredura para Pular um Canal (Somente no Modo de Memória) Varredura de “Canal Prioritário” Varredura de Memória Programável (PMS) 50 50 50 51 51 51 52 53 53 54 54 55 57 57 57 59 59 61 61 62 63 64 64 65 65 66 68 68 69 69 70 70 72 73 75 76 76 77 77 78 78 79 80 81 82 83 84 84 84 85 85 86 86 4 Supervisão Dupla (Dual Watch) Configurações Diversas Operando na Freqüência de Emergência do Alasca:

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29/03/2014 www.pdf-archive.com

GIOVANNA.FABRI CURRICULUM 61%

atualização e monitoramento das redes sociais;

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17/06/2016 www.pdf-archive.com

Apresentação Institucional GRUPO 61%

 Químicos  Agroquímicos  Alimentícios  Sementes  Têxtil  Automotivos  Cosméticos  Varejo PONTOS DE ATENDIMENTO PERFIL DA EMPRESA EMPRESAS DO GRUPO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÂO QUALIDADE ORGANOGRAMA JACAREÍ – SP SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – SP GUARULHOS – SP DIADEMA – SP PAULINIA – SP ITAPEVI – SP JUNDIAI – SP SÃO BERNARDO DO CAMPO – SP MIRASSOL – SP MATÃO – SP SÃO PAULO – SP AMERICANA – SP ALFENAS – MG ITUIUTABA – MG CAPINOPOLIS – MG FORMOSA – GO PERFIL DA EMPRESA ESPECIALIZADA EM TRANSPORTES RODOVIARIOS ESPECIALIZADA EM ARMAZÉNS GERAIS EMPRESAS DO GRUPO ESPECIALIZADA EM ARMAZENAGEM E GERENCIAMENTO DE DOCUMENTOS TECNOLOGIA DA INFORMAÇÂO QUALIDADE ORGANOGRAMA ESPECIALIZADA EM OPERAÇÕES LOGÍSTICAS EM IN-HOUSE ESPECIALIZADA EM ARMAZENAGEM DE PRODUTOS AGRÍCOLAS ESPECIALIZADA EM TRANSPORTES TÊXTEIS E QUÍMICOS  Firewalls de Segurança PERFIL DA EMPRESA EMPRESAS DO GRUPO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÂO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÂO Através de equipes especializadas e uma completa linha de veículos com alta tecnologia, a Transbueno atende seus clientes com alto padrão de qualidade, com monitoramento de veículos e carga.

https://www.pdf-archive.com/2016/11/23/apresentac-o-institucional-grupo/

23/11/2016 www.pdf-archive.com

Curriculum Vitae 61%

Criação e desenvolvimento de campanhas internas e externas, produção de materiais gráficos para e-mail marketing, geração e monitoramento de conteúdo para redes sociais e planejamento de eventos para marketing de relacionamento.

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21/12/2016 www.pdf-archive.com

Compliance Ficha tecnica 61%

Esta norma estabelece diretrizes para as organizações implementarem medidas adequadas de prevenção, detecção, monitoramento e tratamento dos riscos ao Compliance como parte do modelo de gestão organizacional, podendo ser aplicada a todas as organizações públicas e privadas, independentemente do seu tipo, porte e natureza de atividade.

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23/02/2018 www.pdf-archive.com

CV Aurora Wang 56%

edital 2015 Experiência profissional Desenvolvedora em Akuntsu www.akuntsu.com.br | comercial@akuntsu.com.br 03/2016 - 11/2016 Brasília, Brasil Atuou no projeto Mandrill - Software de Vídeo Monitoramento.

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04/08/2017 www.pdf-archive.com

EIA - Volume II 56%

Por este motivo, em 1989, um encontro de especialistas em Washington (WCPD), nos Estados Unidos, recomendou o cálculo das normais com séries de 10 anos de monitoramento (Normais Climatológicas Provisórias) (Sugahara, 1999).

https://www.pdf-archive.com/2017/12/19/eia-volume-ii/

19/12/2017 www.pdf-archive.com

Guia Nacional de Coleta-CETESB-ANA-2012 54%

Água, Monitoramento 2. Água, Coleta de amostras.

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08/08/2017 www.pdf-archive.com

ARTIGO CONSAD 52%

César dos Santos – Coordenador de Monitoramento e Avaliação de Impacto santos.cesar@gmail.com - (21) 98209-4884 PALESTRANTES:

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14/07/2017 www.pdf-archive.com

diario 51%

DO CONTRATO OBJETO VALIDADE BIPTEL 116/2011 MONITORAMENTO E SEGURANÇA ELETRÔNICA 31/12/2016 Art.

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11/03/2017 www.pdf-archive.com

ic-706mkiig-100109200410 50%

4 ÍNDICE IMPORTANTE PRECAUÇÕES DEFINIÇÕES DESTE MANUAL ÍNDICE DESEMBALANDO 02 02 03 04 06 1 DESCRIÇÃO DO PAINEL Painel Frontal Teclas de Função Painel Traseiro e Lateral Display de Funções Microfone (HM-103) 07 07 11 17 20 22 2 INSTALAÇÃO E CONEXÕES Desembalando Aterramento Antena Instalação Conexões Necessárias Conexões Avançadas Conexões da Fonte de Alimentação Acopladores de Antena e Amplificador Linear 23 23 23 23 24 27 28 29 30 3 AJUSTE DE FREQÜÊNCIA Ligando o Equipamento Pela Primeira Vez (Resetando a CPU) Ajustes Iniciais Descrição do VFO Ajuste de Freqüência Seleção de Modo 32 32 33 33 36 41 4 RECEPÇÃO E TRANSMISSÃO Funções para Recepção Funções para Transmissão Operação na Freqüência Split Operação com Silenciamento Codificado por Tom (Tone Squelch) Operação com Varredura de Tom (Tone Scan) Repetidora com Apenas um Toque Função Auto-Repetidora Funções para CW Funções para RTTY Operação em Rádio Pacote (Packet) ROE 42 42 51 58 61 62 62 63 64 67 70 71 5 5 OPERAÇÕES DE MEMÓRIA E VARREDURA Canais de Memória Seleção dos Canais de Memória Apagando a Memória Programando Memória/Chamada Transferência de Freqüência Nomes de Memórias Blocos de Notas Tipos de Varredura Preparação Operação de Varredura Programada Operação de Varredura de Memória Operação de Varredura de Memória Selecionada Operação de Varredura com Canal de Monitoramento Programado 83 73 73 74 75 75 77 77 78 80 81 82 82 83 6 ENTRADA PARA INTERFACE PADRÃO (CI-V) 84 7 MODOS DE AJUSTE Geral Itens do Modo de Ajuste Rápido Itens do Modo de Ajuste Inicial 85 85 87 89 8 MANUTENÇÃO Substituição de Fusível Backup de Memória Limpeza 96 96 97 97 9 PROBLEMAS E SOLUÇÕES 98 10 INSTALAÇÕES E AJUSTES OPCIONAIS Abrindo o Gabinete do Transceptor UNIDADE UT-102 (SINTETIZADOR DE VOZ) UNIDADE CR-282 (CRISTAL DE ALTA ESTABILIDADE) Filtros de FI (Freqüência Intermediária) UNIDADE UT-106 (RECEPTOR DSP) MB-72 (ALÇA PARA TRANSPORTE) AT-180 (Descrição da Chave Interna) 100 100 100 11 VISTAS INTERNAS 12 OPCIONAIS 13 ESPECIFICAÇÕES 14 GUIA DO MENU

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29/03/2014 www.pdf-archive.com

Curso Blockchain PP 48%

Monitoramento  iii. Negociação de commodities    iv.

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26/07/2017 www.pdf-archive.com

ic2820hportugues- 46%

Função de Monitoramento................................................................................... Operação em Banda Única..................................................................................

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29/03/2014 www.pdf-archive.com

ic-v8brasil- 44%

ÍND ICE PREFÁCIO IMPORTANTE DEFINIÇÕES DESTE MANUAL PRECAUÇÕES ACESSÓRIOS FORNECIDOS INFORMAÇÕES SOBRE SEGURANÇA ÍNDICE REFERÊNCIA RÁPIDA Preparo Seu Primeiro Contato Operação Via Repetidora Programando Canais de Memória 1 ACESSÓRIOS Conexão de Acessórios 2 DESCRIÇÃO DO PAINEL Botões, Controles, Teclas e Conectores Display de Funções 02 02 02 02 03 04 04 06 06 07 09 10 10 10 11 11 14 5 3 PACOTES DE BATERIA Substituição do Pacote de Bateria Cuidados a Serem Tomados com a Bateria Carregamento da Bateria OBSERVAÇÃO Sobre o Carregamento Porta-Bateria (Opcional em Algumas Versões) 4 OPERAÇÕES BÁSICAS Ao Ligar o Rádio Ajuste de Freqüência Ajuste do Nível de Áudio/Silenciador (Squelch) Recepção e Transmissão Função Trava de Tecla Tipo de Display 5 OPERAÇÃO VIA REPETIDORA Geral Freqüência de Offset Tons Subaudíveis Função Auto-Repetidora (Apenas nas Versões dos EUA) 6 OPERAÇÃO MEMÓRIA / CHAMADA Geral Selecionando um Canal de Memória Selecionando o Canal de Chamada Programando Canais de Memória / Chamada Programando o Nome do Canal Transferência de Memória 7 MEMÓRIA DTMF Programando um Código DTMF Transmitindo um Código DTMF Velocidade da Transmissão de DTMF 8 VARREDURAS Tipos de Varredura Varredura Programada Varredura de Memória Varredura Programada Para Pular Canais de Memória Varredura com Monitoramento Prioritário Opção de Continuação de Varredura 9 TONS SUBAUDÍVEIS Silenciador de Tom (Tone Squelch) Função Beep de Bolso Varredura de Tom (Tone Scan) 10 SILENCIADOR DE CÓDIGO (CODE SQUELCH) / PAGER Função Pager Programação de Código Operação com Pager Silenciador de Código (Code Squelch) 11 OUTRAS FUNÇÕES MODO DE AJUSTE MODO DE AJUSTE INICIAL REAJUSTE (RESET) DE CPU 12 CLONAGEM 13 PLACAS OPCIONAIS Instalação da Placa UT-108 Opcional Instalação da Placa MB-87 Opcional 14 ESPECIFICAÇÕES 15 OPCIONAIS 15 15 15 16 18 18 19 19 19 21 21 21 22 22 22 23 23 24 25 25 25 25 26 26 27 28 28 28 28 29 29 30 31 31 31 32 32 32 34 34 36 36 36 38 39 40 40 41 45 45 46 46 47 49 50

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29/03/2014 www.pdf-archive.com

ft-840portugus-100203055839-phpapp02 41%

Interface para Sistema CAT Opções de Filtro de FI à Cristal Microfones Instalação da Estação Inspeção Preliminar Fonte de Alimentação CA Alterando a Tensão CA da Fonte de Alimentação FP-800 Escolhendo um Local para o Transceptor Aterramento Ajustando o Ângulo do Painel Frontal Considerações Sobre Antenas Instalação Móvel Montagem Móvel Instalação de Antena Móvel Interconexões de Acessórios Backup de Memória Esquema de Pinos de Conectores Conectando Acessórios Externos Conectando um Amplificador Linear Ajustes Feitos ao Ligar o Rádio e Combinações de Teclas Operações 04 07 08 09 10 11 13 13 13 13 14 14 14 14 15 16 16 16 17 17 17 18 18 18 18 19 19 19 20 21 22 22 24 Começando a Usar o Rádio Ocultando os Números 10 do Dígito de Hz Passos de Sintonia e Varredura Recepção de Cobertura Geral Ajustando a Velocidade de Sintonia Passos de 10 ou 20 Hz nos Modos AM e FM Bandas de Radiodifusão em Ondas Curtas 24 25 25 26 26 26 27 Lidando com Interferências Atenuação Seleção de AGC-F Ajuste do Redutor de Ruídos Ajuste de Desvio de FI (IF Shift) Filtros Estreitos de FI para AM e CW Travando o Dial e as Teclas 27 27 27 27 28 28 28 P&W Traduções e Radiohaus – FT840RH-013-03052007 3 Transmissão Ajustando os Beeps Emitidos por Teclas Acoplamento Automático de Antena Transmissão em SSB Seleção de Tom de Microfone Compressor de Voz de AF Transmissão em CW Conexões de Chave de CW Banda Lateral de CW Reverso Tonalidade de CW e Monitoramento de Tom Lateral Transmissão em AM Display de Offset de Portadora Transmissão em FM Repetidora de FM Clarificador (Sintonia de Offset do Receptor) Operação em Freqüência “Split” e VFO-B Ajuste de Torque do Dial 29 29 29 30 31 31 31 32 32 32 33 33 34 34 35 35 36 Funções de Memória Armazenamento em Memória Funções das Teclas DOWN/UP do Painel e do Microfone Checando os Conteúdos de Memórias Operação e Chamada de Memória Modos de Display de Freqüência 36 37 38 38 39 39 Funções de Varredura Varredura de Memória (Normal) Modo de Continuação de Varredura Resumo das Funções de Varreduras Varredura em Grupo Varredura Programa para Pular Memórias Ocultando Memórias Varredura de Memória Programada (PMS):

https://www.pdf-archive.com/2014/03/29/ft-840portugus-100203055839-phpapp02/

29/03/2014 www.pdf-archive.com

PROGRAMA SEMANA MEIO AMBIENTE 41%

Professor Frederico Hermann Jr., 345 – Pinheiros São Paulo – SP • Cetesb Inauguração de Estação Automática de Monitoramento da Qualidade do Ar Instalada em cumprimento à exigência do licenciamento ambiental de ampliação do Aeroporto de Cumbica Local:

https://www.pdf-archive.com/2016/05/30/programa-semana-meio-ambiente/

30/05/2016 www.pdf-archive.com

Manual Baofeng UV3R 38%

DESCRIÇÃO GERAL O transceptor é uma miniatura transceptor FM multibanda com extensa cobertura de frequência, proporcionando uma área local nos dois sentidos comunicações amadoras, juntamente com inigualável capacidade de monitoramento.

https://www.pdf-archive.com/2014/03/29/manual-baofeng-uv3r/

29/03/2014 www.pdf-archive.com

decisão tj sp 38%

ribpreto6cv@tjsp.jus.br monitoramento e controle prévio dos conteúdos publicados pelos usuários da rede social, a ausência de ato ilícito praticado por si, a responsabilidade exclusiva do ofensor e a limitação de eventual indenização.

https://www.pdf-archive.com/2017/10/18/decis-o-tj-sp/

18/10/2017 www.pdf-archive.com

alem da beleza 36%

LUÍS CUNHA tais, levando em consideração as informações confiáveis sobre o porte do evento, a capacidade de público, monitoramento, entre outras condicionantes.

https://www.pdf-archive.com/2017/05/14/alem-da-beleza/

14/05/2017 www.pdf-archive.com