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Carlos Alberto Brilhante Ustra A verdade sufocada .pdf



Original filename: Carlos Alberto Brilhante Ustra - A verdade sufocada.pdf
Title: Impressão de fax em página inteira
Author: Cris e Isa

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A Verdade
Sufocada

38 edição ampliada - índice onomástico

Carlos Alberto Bnlhante Us·
tro, r;:oronel reformado do Exércrto
Bra�íllerro. apresenta nas págtnas
do �1brante "A Verdade Sufocada"
a salga de um homem srmptes.
que nAo pedtu para ser herói.
mos o foi. como outros que rece·
bcrt:m a dura m•ssão de defender
o Brastl de homens fanatizados
por uma crença e que por ela se
lllrlQIImm na loucura de uma luta
Drrnltda fratncrda
pomgem fistca e moral foram
o rtl.nAg•o desse homem. nos drtr·
c momentos em que combateu
n h ronsmo de uma esquerda re­
vohl lor1.1rta Orgulho-me de pnvar
llo i r om•Tade e não tenho peJO
em OIIOI<Jr que ele. entre outros.
tol � omplo para as mrnhas lides
mlllt ros,

I�

murto rrléiiS
luta sangrenta
IVO om seu finaL
A Vordade Sufocada", sem
om

anos

quando a

non;�unlll duvida. é quase uma
ObrH hlográfrca, que carrega con·
um valor mesbmável, po1s
111
r c (ltli n verdade de um momen·
10 P I tOr100 totalmente dtstorctdo
por quotos que hoje encobrem
01 '"' roa1s desígntos de trans·
for• " o llrnstl em um satélite do
co rnl mo Internacional. com a
J:illtrtnl.l qllC lutaram contra uma
Cl•Ulr,ur rnlhtar para promover a
I b li do o a Ocmocraoa

farsa

gente, por 1 1 sorrkJo
pelo a torpeza do umtl ou n
çâo roc:ambolesca, quo OI c:lctl
trói. ponto-por-ponto. om Clêt r
mtnadas págmas doslo tllll>lltho,
como já o fizera em seu unltttt•••
"Rompendo o Stlêncio".
Em linguagem ooloqul,•l, "A
na

Verdade Sufoeada" prendo o lei·
tor em narraiJVas ricas om çflo,

pormenonzando o entrochOQuo
entre os órgãos de segurançu R
chamada repressão e as orgn
ntzações oomuno-terronstas, hoje
mtlifteadas por uma parcel.l da
mídia ainda renttente em abrnçar
uma causa ultrapassada.


-

Ustra,

com

murta clareta e

propnedade. apresenta provas Ir·
refutávets que perrnttem ao letlOI
um verdadetro Juizo de valor sobre

a realidade dos latos daqueles
anos conturbados A oontundênoa
do seu IMo é de extrema vaha para
os que não VM!flCiaram aqueles
momentos e que hote são bombar·
doados por versões envtesadas

Comandet o 001/COOI/ll Exérctto.
de 29/09/1970 a 23101/1974, período
em que as organizações terroristas
atuaram com maior intensidade

Neste livro conto como os órgãos
de Segurança as derrotaram Na luta
armada. lamentavelmente, ttvemos
cerca de 500 vittmas. de ambos os
lados. um numero bastante reduzido
se o compararmos com os demais
países da Aménca Lattna que. tam·
bém, enfrentaram o terronsmo.
Além dos relatos. procuro desfazer
mttos, farsas e menltras dtvulgadas
para manipular a opinião publtca e
para desacreditar e desmoralizar
aqueles que as venceram

de uma esquerda revanchtsta.
Ustra e a sua Joseita não
medtram esforços num dthgente
trabalho de pesqutsa, que em­
presta a ma101 credtbthdade e
profundidade às narrat1vas oon·
lidas nesta obra.
Acompanhei. pari passu, to­
das as etapas da fettu ra de "A
Verdade Sufocada" e, com m01to
orgulho. Integro o elenco de seus
COlaboradores
Passemos. POfS. ao doshlar
de uma época. sob o testemunho
de um de seus melhores prota·
gonlstas

Há quarenta anos. em 25/07/1966. a organização terronsta
Ação Popular (AP) reahzou um atentado no Aeroporto

de Guararapes ReoleiPE - que ocasiOnou duas mortes
e treze fendos graves. entre os qua1s uma cnança de sets anos
Esse aten tado e constderado o marco in1ctal da luta armada no Brastl


Paulo Carvalho Espfndola,
Coronel ReformadO

d�Íurtmnii �mpre soli6tirio6
com

aqu�Ies �· nn qor11 fut�€9iát1

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ftHrfe

1evo.6ü h .antlt1ui1t.

<)general Walter Pires de Carvalho e Albuquerque foi ministro do Exército
durante o governo João Figueiredo

Homenagem aos companheiros do Projeto Orvil
()uando as últimas organi/.açõcs terroristas limun derrotadas. a esquerda
revanchista passou a escrever

c

a mostrar. da li.1rma que lhe convinha. a luta

annada no Brasil.
E o ll:z de maneira capciosa. invertendo. criando c deturpando fatos.
enaltecendo terroristas. tàlscando a história. achincalhando as Forças Am1adas
c expondo à execração pública aqueles que, cumprindo com o dever, lutaram
contra a subversão c o terrorismo em defesa da Nação e do Estado.
Nesse incansável c inteligente trabalho, porém desonesto c antiético, os
revanchistas acusavam os civis c militares que os enfrentaram c derrotaram. de
atuarem por conta própria como paramilitares desvinculados de suas organiza­
ções. em estmturas paralelas.
Predominava no País a versão dos derrotados que agiam livremente,
sem qualquer contestação. As Forças Armadas. disciplinadas, se manti­
nham caladas.
Aos poucos, a tàrsa dos revanchistas começou a ser aceita como ··ver­
dade" pelos que não viveram à época da luta armada c do terrorismo e que
passaram a acreditar na versão que lhes era imposta pelos meios de comu­
nicação social.
No segundo semestre de 1985. a Seção de lnfonnações do Centro de
lnfonnações do Exército - atual Divisão de Inteligência do Centro de Inteli­
gência do Exército- recebeu a missão de empregar os seus analistas, além de
suas funções

c

encargos normais. na realização de uma pesquisa histórica

considerando o período que abarcasse os antecedentes imediatos da Con­
tra-Revolução de 31 de março de 1964 até a derrota c o desmantelamento
das organizações c partidos que utilizaram a luta armada como instmmcnto
de tomada do poder.
Foi um trabalho minucioso, em que processos. inquéritos c documentos
foram estudados c analisados.
As pesquisas realiz.adas em 1985, sob a orientação c a coordenação do chetc
da Seção de lnfonnações. mostmram que o trabalho a ser realizado ultrapassaria.
no tempo c no espaço. o plan�jamento inicialmente estabelecido.
Assim, decidiu-se retroagir a Marx e Engels, passando por 1922. ano
da criação do Partido Comunista Brasileiro- Seção Brasileira da Internaci­
onal Comunista - primeira organização comunista no Brasil, sob a orienta­
ção da Internacional Comunista. c prolongando-se até a primeira metade
da década de 1980.

I kliniu-se. tamhém,que o projeto seria condu1ido. em tempo in tegra l,
por uma equipe de três oficiais. apoiados. quando necessário, pelos demais.
Visando a resguardar o caráter confidencial da pesquisa e a el aboração da
obra. f(Ji designada uma palavra-código para se referir ao projeto- Orvi/ -, livro
escrito de trás para frente.

Em fins de

1987, o texto de aproximadamente mil

páginas estava pronto.

A obra recebeu a denominação de Tentativas de Tomada do Poder.
Apresentada ao ministro Lcônidas Pires Gonçalves. este não autorizou a
sua publicação - que seria a palavra oficial do Exército -, sob a al egação de que
a conjuntura política não era oportuna.
Assim. a instituição pennaneceu muda e a fàrsa dos revanchistas continuou.
livre e solta, a inundar o País.
Recentemente, vários grupos. inconfonnados de ouvir somente um lado
dessa história. resolveram se organizar e lu tar para o restabe lecimento da
verdade. Para lelamente. alguns livros. contestando a versão revanchista, fo­
ram editados. o que levou o quadro amplamente desfavorável a mudar, em­
bora lentamente. começando a esquerda a ser desmascarada.
Em fins de

1 995, recebi o texto tinaI do trabalho, em xérox. pois ele não foi

editado. Esse texto foi o farol que me iluminou na redação de inúmeras partes
deste meu novo I ivro, me tirou dúvidas. me esclareceu fatos e me deu a certe7.a

de datas e de outros dados relevantes.
A esses anônimos militares da Inteligência do nosso Exército. a minha ho­
menagem e a certeza de que vocês. também. são autores deste livro.

I

Agradecimentos
Não potkria escrever este livro sem expressar os meus agradecimentos:
- A o general Raymundo M. N egrào Torres, recentemente falecido, meu
comandante da Art i l h aria Divisionária, quando comandei o 1 6° G AC, em
São Leopoldo/R S. um incenti vador de todos os momentos, um amigo, um
escritor em cujas obras muito pesquisei.
- Ao general Aloísio Rodrigues dos Santos, meu capitão no 1 6° GAC, ami­
go ao longo de todos estes anos. que l eu os originais, sugeriu mudanças c pres­
tou-me valorosos esclarecimentos.
- Ao coronel Aluísio Madmga de Moura c Souza, companheiro de luta,
combatente da Guerrilha do Araguaia, pelo muito que me orientou e auxiliou.
inclusive digitando textos.
- A o coronel Pau l o Carvalho Espíndola, que, com s-eu conhecimento do
assunto e domínio da Língua Portuguesa. me auxiliou revisando textos, su­
gerindo idéias e acompanhando desde as primeiras li nhas o desenrolar des­
te trabalho.
- Desejo expressar um agradecimento especial a quem prestou grande aju­
da na divul gação do l i vro: o Dr. David dos Santos Amújo, delegado da Pol ícia
Civil de São Paulo, que, com sua coragem c detenninação, sempre congregou
os companheiros que com ele lutaram no combate ao terrorismo.
·

- Ao senhor Luiz Carlos Almeida Prado grande colaborador da difusão
desta obra.
- A o senhor M oacir N unes Pinto pelo apoio dado q uando do lançamento
do l ivro na cidade de São Paulo.
-Também não poderia deixar de agradecer aos que escreveram artigos e
l i vros e mantêm sites onde esclareci algumas de minhas dúvidas:
Geneml Agnaldo Del Nero Augusto;
Escritor F. Dumont;
Historiador Carlos l litch Santos Azambuja;
Coronel José Augusto Silveim de Andrade Netto;
Corone I José Luiz Sávio Costa;
Coronel-Aviador Juarez de Deus Gomes da Silva;

( 'oroncl ('a rios ( 'lúudio Miguez:
( 'oroncll :ri Ido Simeào (·amargo Lemos;
Coronel Jayme llenrique Antunes Lameim;
Capitão Félix Maicr;
Advogado Severino Mariz Filho;
Advogado Marco Pollo Giordani;
Filósofo Olavo de Carvalho;
Jornalista Marcelo Godoy;
Jornalista Paulo M artins: e
Jornalista Sandro Guidalli.
- Não posso deixar de destacar a boa vontade e inigualável contribuição
de P. D.F., que me facilitou o acesso a processos arquivados no Superior
Tribunal Militar(STM).
- Agradeço, também. à professora Wânia de Aragão-Costa, Doutora em
Língua Portuguesa. professora da Universidade de Brasília. que revisou parte
do meu tmbalho.
- Ao Doutor Pl ínio. por iniciar e manter nossos encontros anuais com anti­
gos companheiros de luta.
- Aos amigos que me incentivaram e cobraram a elaboração deste livro c ao
meu genro Eder Wagner Dantas de M edeiros c minha filha Patrícia, que me
auxiliamm dando suporte técnico na parte de computação.
-Nós vencemos, apesar do boicote da mídia. de editoras e de livrarias. Ao
que parece, o livro incomodou. O silêncio da imprensa foi rcvelador. Mas.
assim mesmo. nós vencemos!
A primeira edição de seis mil exemplares esgotou-se em quatro meses c che­
gamos a 3° lugar entre os mais vendidos no Bmsil, segundo o Jornal do BrasiI.
Devemos isso a amigos, à internet e a jornalistas imparciais, democra­
tas, comprometidos com a notícia e não com a ideologia, que nos aj uda­
ram a difundir o livro.
Queremos agradecer aos amigos general Torres de M e l o, coroncis
Mayrseu Copie Bahia, Luiz Carlos Avelar Coutinho c ao tenente R2 Luiz
Mergu l hão; aos jornal istas Rogério Mcndelski, F lávio Pereira. J o sé

Mitchell, Ari Cunha, Claúdio Humberto, Denise Rothcnburg, Aristóteles

Drummond, Themistoclcs Castro e Silva, Álvaro Costa, Cloti Ide Gama,
Paulo Monteiro e Guilherme Póvoas.
Ao Xupacabra, nosso orientador, defensor das boas causas na internet, o
nosso especial agradecimento.

Dedicatória

I >cdico este I ivro ao meu Exército e aos meus chefes, principalmente àque­
les que me designaram para. sob suas ordens, combater a guerrilha urbana c o
terror �:omunista. Meus chefes sempre me apoiaram e me distinguiram, concc­
demlll-me a Medalha do Pacificador com Palma. maior condecoração que um
militar do Exército pode receber em tempo de paz.
Dedico-o, também, aos meus companheiros do Exército, da Marinha,
da Força Aérea e das Polícias Civis e M i litares que, em todo o Brasil, luta­
ram com denodo, bravura e abnegação no combate à subversão e ao terro­
nsmo.
Faço-o, especialmente aos meus comandados no DOI/CODI/1 1 Exér­
cito, abnegados que atenderam ao chamado da Pátria e arriscaram a vida
com coragem, lutando com honra c dignidade para extirpar o terrorismo de
esquerda que ameaçava a paz e a tranqüi l idade do Brasil. M inha admiração
a vocês que enfrentaram, em luta armada c traiçoeira, irmãos brasileiros
lànatizados.
Dedico-o, com emoção, aos familiares c amigos que perderam seus
entes queridos nessa guerra fratri cida. Desse modo, homenageio as vítimas
do terrorismo vermelho que, desde 1935, vinha tentando tomar o poder
pelas armas. Estendo aos fami liares desses mártires o meu profundo respei­
to.
Dedico este l ivro, como já o fiz em 1 987 em Rompendo o Silêncio, aos
jovens que não viveram aquela época e que somente conhecem a história
distorcida pelos perdedores de ontem, muitos dos quais ocupam cargos em
universidades,jomais, emissoras de rádio e televisão e posições relevantes em
órgãos públicos.
Dedico-o a eles que são o futuro do novo Brasi l. São puros de espírito e de
intenções e vejo-os, muitas vezes, explorados em sua boa fé. No negro período
revolucionário da guerri lha urbana c rural, muitos foram usados, manipulados e
fanatizados. Puseram-lhes armas nas mãos, os instruíram, orientaram e doutri­
naram, levando-os à violência inútil. Hoje, reescrevem a história e a transmitem
distorcida às novas gerações.
Ofereço este livro aos jovens, pam que possam buscar a verdade, com liber­
dade para procurá-la, liberdade legada a eles por nossa luta. Entretanto, hoje
prevalecem a<; "meias-verdades" que, no seu reverso, são mentiras completas.
Preocupo-me em vê-los influenciados por panfletos que tomam ares de história
contemporânea c lhes são apresentados como a verdade definitiva. Não é sobre
a mentim que se alicerça o futuro de um país.

F

Conlio que os jovens, na sua sede de justiça. saberão encontrar a ver­
dade c saberão ser livres. não permitindo que ideologias u ltrapassadas, de

r

'

novo amorteçam os seus sentimentos, oferecendo a violência no lugar da
paz, a mentira no lugar da verdade e a discórdia no lugar da so lidariedade.
Assim, com o espírito l impo, construirão o País que paci ficamos com san­
gue e lágrimas de muitos brasileiros.
A todos os que repudiam a violência. amam a paz e a verdade. levo o meu
testemunho e apresento o resumo de minha vida nesses anos conturbados.
Somos l ivres c devemos fazer da l iberdade a razão maior da cons­
tante vigil ância, uma vez que os derrotados não desi stiram de i ntentar
contra o Brasil.




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