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Doutos .pdf


Original filename: Doutos.pdf
Author: CILA

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Senhores doutos de dúbia albarda, que sabeis das leis outrora delineadas para
iluminar o homem, sois uns trastes!
Tristes e ensandecidos pela vaidade, quais jacintos grotescos, enamorados
pela cor flácida de uma pétala de nenúfar apodrecida, apelam à gentileza da
verdade inexistente que vos transcende e fode a vida!
Transgredis com a mais mísera prepotência, carregando no balofo andar
cambaleado, as injúrias nunca reclamadas por quem vos oferece o pão e o
vinho.
Ilustres de baixo calibre, percevejos nojentos. Enlouquecidos na perfídia que
vos queima a pele nodosa e nauseabunda e defecam dos negrumes liquefeitos
pelo fogo. Sujos!
Gente ignóbil que dilacera a camada visceral, oprime a razão mesquinha dos
que caem pela vergonha da própria inércia, vergados e molestados pela
escumalha que agride e condena.
Abutres esfaimados, pacientemente aguardam a carniça dorida e fumegante.
Juízes de sarjeta que deturpam os factos, vilipendiando o que mais de puro há,
nomeando leis que escarnecem.
Criminosos hediondos!
Atafulhados no limbo da maledicência ferina, magistral e sinistra, repousam no
leito púrpura, sussurrando o nome da morte.
Por fim, jazem burlescos no lodo movediço imundos, escamoteiam o que lhes
resta, e sobrepujam-se em frenesim para o covil materno, frio e vil repousando
assim, no profundo breu que jamais iluminou!


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